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Saúde Pública

Covid-19: Sobe índice de cura entre os principais municípios do MT; Tangará da Serra lidera ranking com 86%

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Se o número de casos confirmados de Covid-19 em Mato Grosso subiu significativamente neste mês de julho, também é verdade que o número de curados começa a despontar entre os acometidos da doença.

Segundo levantamento do Enfoque Business com base nos dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) e das prefeituras, os índices mais destacados de recuperação de pacientes com Covid-19 estão no interior no estado. Nove dos 15 municípios mais populosos de Mato Grosso possuem índices de cura superiores a 50% e, destes, quatro possuem índices entre 78% e 86%.

(Veja gráfico logo abaixo e quadro com os números dos 15 municípios ao final da matéria)

Tangará da Serra lidera o ranking de recuperados, com 86,3% de pacientes recuperados. OU seja, dos 1.280 pacientes com infecção pelo novo coronavírus, 1.105 estão curados. Em seguida vem Campo Verde (80,7%), Alta Floresta (80,2%) e Nova Mutum (78,7%).

Na ponta de baixo desta tabela figuram Cáceres, com 22% de curados, e Cuiabá, com 25%.

Sinop

Quanto a Sinop, cabe uma observação. Enquanto nas estatísticas da SES-MT Sinop figura com 980 casos, a realidade do município é diferente, conforma aponta balanço do próprio município. No site da prefeitura local, o último boletim aponta para 1.152 casos confirmados, estes podem se acrescidos de mais 1.031, que são os testes rápidos que deram positivo entre os pacientes a eles submetidos. Assim, Sinop contabiliza, na realidade, 2.183 casos confirmados de Covid-19, o que corresponde à terceira colocação no ranking estadual do número de casos.

A “Capital do Nortão” possui 914 pacientes recuperados entre os 2.183 casos confirmados da doença, o que significa um índice de cura de 42%.

Quadro estadual

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta quarta-feira (15.07), 30.536 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso e um total de 1.196 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado, sendo 39 mortes nas últimas 24 horas.

(Veja Boletim da SES-MT: http://www.saude.mt.gov.br/informe/584)

Foram registradas 618 novas confirmações no Estado. Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 256 internações em UTI e 375 em enfermaria. Isto é, a taxa de ocupação está em 93,1% para UTIs e em 58% para enfermarias.

O documento ainda aponta que um total de 33.641 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 1.584 amostras em análise laboratorial.

Os pacientes são devidamente acompanhados pelas equipes de Vigilância Epidemiológica do Estado e dos municípios.

(Tabela abaixo mostra o ranking de casos ATIVOS no estado) 

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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