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Saúde Pública

COVID-19: Neste domingo, aumento de 8% nos casos e 12% nos óbitos no país; Em Tangará da Serra, paciente recebe alta

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Passados 39 dias desde a confirmação do primeiro caso da covid-19 no Brasil, o Ministério da Saúde informou neste domingo que o país chegou a 11.130 casos de pessoas contaminadas e 486 mortes pelo coronavírus. A taxa de mortalidade está em 4,4%. Em 24 horas, foram registrados 852 novos casos em todo o País e 54 mortes. Apenas os Estados do Acre e Tocantins seguem sem registros de óbitos até o momento. (Veja quadro com todos os números ao final do texto)

MT e Tangará

Em Tangará da Serra segue o rigor em barreiras sanitárias montadas nos principais acessos da cidade.

Mato Grosso segue com os 60 casos confirmados e um óbito, sendo, por enquanto, o estado menos afetado pela pandemia na região Centro-Oeste. Em Tangará da Serra, o quadro permanece inalterado quanto ao número de casos e inexistência de óbitos, mas a boa notícia é que a paciente que estava internada na enfermaria do Hospital Municipal em razão da doença, já recebeu alta e se encontra em recuperação. “Informo que a paciente internada recebeu alta hoje. Melhora clínica. Gasometria normal. Seguiremos acompanhando e orientando ela e a família!”, postou, nas redes sociais, o prefeito Fábio Martins Junqueira.

Sem projeções

O Ministério da Saúde tem evitado fazer projeções públicas sobre quantas pessoas já devem estar contaminadas pela Covid-19, tampouco divulga cenários sobre o número de pessoas que poderão ser contaminadas ou morrerem pela doença. É sabido, porém, que as pesquisas apontam um grau de subnotificações de oito, nove vezes para cada caso oficialmente divulgado.

Nesta semana, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, disse que o governo federal tinha a expectativa de que os números não ultrapassassem a marca de 100 mil contaminações do País e que o governo “fará de tudo para que isso não ocorra”.

Em São Paulo, porém, estado que centraliza cerca de 40% dos casos de todo o Brasil, o cenário traçado é extremamente crítico. Como revela reportagem do jornal O Estado de S. Paulo publicada neste domingo, o governo paulista projeta 220 mil casos do novo coronavírus nos próximos meses. Para tentar enfrentar a pandemia, o governo estadual prepara um pedido de empréstimo de US$ 100 milhões (mais de R$ 500 milhões) ao Banco Mundial.

Veja números por estado, abaixo:

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Saúde Pública

Com URA desativada, atendimentos Covid serão nas USFs; Pacientes de UTI serão removidos

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Os pacientes com sintomas de Covid-19 em Tangará da Serra deverão procurar as unidades de saúde da família (USFs, foto topo) para atendimento, e não mais a Unidade Respiratória Ambulatorial (URA), que funcionava no Hospital Municipal Arlete Daisy Cichetti de Brito e agora está desativada.

A medida, anunciada no início da semana pela Secretaria Municipal de Saúde, atende a portaria assinada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que revoga decreto que estava em vigor desde fevereiro de 2020. Assim, fica declarado o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) motivada pela pandemia da Covid-19 no Brasil.

Com a desativação da URA, atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia.

Contudo, os serviços de atendimento de casos relacionados à Covid-19 não deixarão de ocorrer. “A partir de agora os atendimentos passam a ser descentralizados, com os casos leves atendidos nas USFs e os casos mais graves na Unidade de Pronto Atendimento (UPA)”, informou à imprensa local a secretária municipal de Saúde, Gicelly Zanata.

Ainda segundo a secretária, nos casos que exigirem internação do paciente em UTI, estes serão removidos para as unidades ainda mantidas pelo Estado, na região metropolitana de Cuiabá.

A desativação das unidades exclusivas para atendimentos de casos de Covid-19 ocorre em todo o país, conforme determina a mesma portaria do Ministério da Saúde. A decisão leva em consideração, também, o número de atendimentos, que hoje é de apenas 1 a 2 casos diários, em média.

Com a desativação da URA, o atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia. “Essa entrada do Hospital Municipal volta a ser fluxo para a entrada e saída de acompanhantes, visitas dos pacientes, marcar exames para aqueles que não estão na UPA, o eletivo”, acrescenta Gicelly Zanata.

A secretária observa, ainda, que a partir de agora outras áreas serão priorizadas. “Agora nosso foco é instalar o Centro Cirúrgico e UTI, para que nosso hospital comece a fazer cirurgias, sem precisar levar pacientes para outras cidades”, conclui.

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