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Saúde Pública

COVID-19: Mais de 100 veículos – um deles de autoridade – já foram barrados no Trevo da Melancia, em Tangará da Serra

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Em tempos de pandemia, o que preocupa é a ignorância das pessoas. E a ignorância não parte dos mais humildes, e sim de pessoas esclarecidas, de alto patamar socioeconômico e até mesmo de algumas autoridades, como foi o caso de um vereador do município de Arenápolis.

Segundo informações levantadas pelo Enfoque Business por volta do meio-dia deste domingo junto à barreira sanitária montada no Trevo da Melancia – acesso ao perímetro urbano de Tangará da Serra pela Avenida Inácio Bittencourt e Anel Viário -, mais de 100 motoristas foram orientados a darem meia-volta com seus veículos para retornarem aos seus pontos de origem. Eles vinham de outros municípios sob alegações diversas, ignorando o protocolo de prevenção ao COVID-19 (coronavírus).

Querendo fazer compras, morador de Barra do Bugres argumenta para passar pela barreira sanitária.

Num dos casos, um homem vindo de Barra do Bugres insistia, de dentro de seu flamante Hyundai Creta e ostentando chamativas correntes e pulseiras de ouro, que precisava ir fazer compras num estabelecimento atacadista de Tangará da Serra. Foi devidamente orientado e teve de retornar, visivelmente contrariado com as autoridades sanitárias presentes no local.

Noutro caso, um homem que se apresentou como vereador do município de Arenápolis também tentava passar pela barreira sob argumentos ignorados. Também foi orientado a dar meia-volta, em evidente contrariedade.

É de se espantar a ignorância de alguns em tempos de pandemia, principalmente se os ignorantes forem pessoas de bom nível de esclarecimento e (pior ainda) se forem autoridades que, justamente pela condição de representantes de poderes constituídos, não podem alegar ignorância e muito menos questionar protocolos voltados à segurança e à saúde pública.

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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