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Saúde Pública

COVID-19: Com quadro inalterado em Mato Grosso, boletim desta sexta-feira aponta 3.417 casos e 92 óbitos

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O número de casos de coronavírus (COVID-19) no Brasil subiu para 3.417 e os óbitos chegaram a 92. A informação, oficial, é do Ministério da Saúde e foi divulgada na tarde desta sexta-feira (27).

Segundo a atualização, o quadro do COVID-19 em Mato Grosso está inalterado em relação ao dia anterior. O estado é o único do Centro Oeste que não apresentou evolução nos números da pandemia nas últimas 24 horas. Além do MT, também seguem inalterados os quadros do Amapá e do Pará, no Norte, e Alagoas, Piauí e Sergipe, no Nordeste.

(*) Veja ao final do texto, após o vídeo, tabela com os números por estado e as totalizações

O total de mortes divulgado nesta sexta-feira mostra um aumento de 15 casos em relação a ontem (quinta, 26), quando a totalização marcava 77 vítimas que vieram a óbito por conta da infecção.

O balanço de hoje marca um aumento de 17,22% nos casos em relação a ontem. São Paulo é o epicentro da doença no Brasil, com 1.223 casos notificados. Em seguida, aparecem o Rio de Janeiro (493), Ceará (282), Distrito Federal (230), Rio Grande do Sul (195) e Minas Gerais (153) e Santa Catarina (149).

Quanto aos óbitos, o avanço do coronavírus foi de 19,48% no território nacional. São Paulo concentra o maior número de mortes (68), seguidos por Rio de Janeiro (10), Pernambuco (04), Ceará (03), Paraná (02), Rio Grande do Sul (02), Santa Catarina (01), Amazonas (01 e Goiás (01). O Paraná teve seus dois primeiros casos de óbito registrados de ontem para hoje.

Recomendações

O Ministério da Saúde recomenda o isolamento a quem apresenta sintomas da covid-19 e a moradores da mesma residência do paciente sintomático, bem como a idosos acima de 60 anos, pelo prazo de 14 dias. Uma vez terminado esse período, não haveria mais necessidade da medida, a não ser em casos de uma condição médica específica.

Veja vídeo com a coletiva no Ministério da Saúde

Veja tabela completa com os números por estado e as totalizações

 

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Saúde Pública

Com URA desativada, atendimentos Covid serão nas USFs; Pacientes de UTI serão removidos

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Os pacientes com sintomas de Covid-19 em Tangará da Serra deverão procurar as unidades de saúde da família (USFs, foto topo) para atendimento, e não mais a Unidade Respiratória Ambulatorial (URA), que funcionava no Hospital Municipal Arlete Daisy Cichetti de Brito e agora está desativada.

A medida, anunciada no início da semana pela Secretaria Municipal de Saúde, atende a portaria assinada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que revoga decreto que estava em vigor desde fevereiro de 2020. Assim, fica declarado o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) motivada pela pandemia da Covid-19 no Brasil.

Com a desativação da URA, atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia.

Contudo, os serviços de atendimento de casos relacionados à Covid-19 não deixarão de ocorrer. “A partir de agora os atendimentos passam a ser descentralizados, com os casos leves atendidos nas USFs e os casos mais graves na Unidade de Pronto Atendimento (UPA)”, informou à imprensa local a secretária municipal de Saúde, Gicelly Zanata.

Ainda segundo a secretária, nos casos que exigirem internação do paciente em UTI, estes serão removidos para as unidades ainda mantidas pelo Estado, na região metropolitana de Cuiabá.

A desativação das unidades exclusivas para atendimentos de casos de Covid-19 ocorre em todo o país, conforme determina a mesma portaria do Ministério da Saúde. A decisão leva em consideração, também, o número de atendimentos, que hoje é de apenas 1 a 2 casos diários, em média.

Com a desativação da URA, o atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia. “Essa entrada do Hospital Municipal volta a ser fluxo para a entrada e saída de acompanhantes, visitas dos pacientes, marcar exames para aqueles que não estão na UPA, o eletivo”, acrescenta Gicelly Zanata.

A secretária observa, ainda, que a partir de agora outras áreas serão priorizadas. “Agora nosso foco é instalar o Centro Cirúrgico e UTI, para que nosso hospital comece a fazer cirurgias, sem precisar levar pacientes para outras cidades”, conclui.

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