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Caso Patrick: Delegado afirma que demais envolvidos na execução serão identificados

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A Polícia Judiciária Civil localizou o corpo de Patrick Oliveira Lucas, de 26 anos, desaparecido desde o início de dezembro, em Tangará da Serra. O corpo, já em avançado estado de decomposição, estava enterrado em uma cova em área de mata na região do Residencial Alto da Boa Vista, quadrante sul da cidade.

Patrick foi executado por integrantes de facção em “tribunal do crime”.

De acordo com o titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Ivan Albuquerque Soares, as investigações resultaram na prisão de um suspeito por tráfico de drogas, que confessou participação no crime. Patrick foi executado por integrantes de uma facção criminosa.

A partir dessa prisão, a Polícia Civil identificou indícios do envolvimento de outros faccionados. “Temos elementos que apontam para a participação de mais pessoas, que serão identificadas e presas nos próximos dias”, afirmou o delegado.

O crime

Patrick foi visto pela última vez na noite de 1º de dezembro, em um espetinho na Rua 24, bairro Vila Horizonte. Durante as buscas, equipes realizaram varreduras em áreas de mata nos arredores da cidade e nas margens do rio Sepotuba.

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O delegado informou que não procede a versão de que Patrick seria informante da polícia. Segundo ele, o jovem tinha boa conduta, mas acabou ingressando na criminalidade e foi executado por integrantes de facção, em julgamento no chamado “tribunal do crime”.

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Preso pela PJC, suspeito de matar estudante universitária agiu por vingança

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O suspeito de assassinar a estudante universitária Valéria Correia Araújo, de 28 anos, foi identificado e preso pela Polícia Judiciária Civil na tarde desta sexta-feira, em Tangará da Serra. O homem, de 20 anos, foi localizado no Residencial Dona Júlia durante ação conjunta das delegacias Regional, Especializada de Defesa da Mulher, de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e de Roubos e Furtos (DERF), coordenada pelo delegado Gustavo Espíndula de Souza.

Valéria tinha 28 anos e estudava Direito.

Em entrevista coletiva, o delegado informou que o suspeito confessou o crime e afirmou ter agido por vingança após um desentendimento ocorrido dias antes. Segundo a investigação, ele e Valéria haviam se relacionado algumas vezes e, no último encontro, houve uma discussão, ocasião em que a jovem o expulsou da residência.

Conforme o relato do investigado, ele decidiu retornar ao imóvel na manhã da última quarta-feira (06), quando invadiu a quitinete da vítima e a matou com cerca de 30 golpes de faca, a maioria na região do pescoço.

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O autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro. Ele tem antecedentes por roubo e chegou a ser detido para internação quando adolescente.

Autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro.

Valéria foi encontrada morta por um amigo da família, acionado após parentes — residentes em Minas Gerais — perderem contato com a jovem. A universitária estava com braços e pernas amarrados, o rosto coberto e apresentava sinais de violência sexual, conforme apurado pela investigação.

A vítima cursava Direito e deixa uma filha de 10 anos, que vive com o pai em Minas Gerais. Uma irmã de Valéria esteve em Tangará da Serra para realizar os procedimentos de reconhecimento e providenciar o translado do corpo para o estado de origem da família.

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