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Economia & Mercado

CAGED: Tangará da Serra teve variação positiva de 143 empregos em agosto

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O mercado de trabalho em Tangará da Serra apontou um saldo positivo de 143 novos empregos no mês passado. A informação consta no relatório do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de agosto, divulgado nesta quarta-feira (25) pela Secretaria de Trabalho da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

De acordo com o relatório, o setor de Serviços foi o que apresentou melhor índice, com 312 admissões ante 232 desligamentos, perfazendo um saldo positivo de 86 carteiras assinadas.

A Construção Civil vem em segundo lugar entre os setores locais, com um saldo de 32 vagas (114 admissões contra 82 demissões). Já o Comércio somou 370 admissões contra 343 demissões, num saldo positivo de 27 vagas.

A Agropecuária demitiu mais, com as 112 demissões contra 103, apresentando salto negativo de 09 vagas. O número negativo decorre da movimentação da safra.

Em 2019, Tangará da Serra apresenta um saldo positivo de 746 vagas, com 8.411 admissões e 7.665 demissões.

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(*) Veja tabelas abaixo:

 

Mato Grosso, Brasil e regiões

Em Mato Grosso, o mês de agosto teve um saldo de 4.125 empregos formais, considerando 35.144 admissões contra 31.019 admissões. O destaque no estado foi a indústria de transformação, que rendeu no mês passado 5.353 admissões contra 3.937 demissões, compondo um saldo de 1.416 vagas formais. Neste setor, sobressaiu-se a indústria alimentícia e de bebidas, com saldo de 990 empregos formais, confrontando admissões e demissões.

No país, o saldo positivo na geração de emprego formal chega ao quinto mês consecutivo. Em agosto, o número de vagas adicionais no mercado de trabalho foi 121.387, que é o saldo positivo decorrente 1.382.407 admissões e de 1.261.020 desligamentos.

Todas as cinco macrorregiões do país registraram saldo positivo de emprego em agosto. No Sudeste, foram criados 51.382 novos empregos, seguido por Nordeste (34.697), Sul (13.267), Centro-Oeste (11.431) e Norte (10.610).

O salário médio de admissão em agosto de 2019 foi de R$ 1.619,45 e o salário médio de desligamento, de R$1.769,59.

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Economia & Mercado

Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

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O Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de pessoas até 2025 para atender necessidades projetadas pelas indústrias, de forma a repor inativos, atualizar funcionários ou preencher as novas vagas programadas para o setor. É o que prevê o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, divulgado hoje (16) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Deste total, dois milhões precisarão de qualificação visando formação inicial para a reposição de inativos ou para o preenchimento de novas vagas. Os 7,6 milhões restantes serão via formação continuada para trabalhadores que precisam se atualizar para exercer funções.

Segundo a CNI, “isso significa que 79% da necessidade de formação nos próximos quatro anos serão em aperfeiçoamento”.

Cadeia produtiva

De acordo com a entidade, essas projeções têm por base a necessidade de uso de novas tecnologias e mudanças na cadeia produtiva que tanto influenciam – e transformam – o mercado de trabalho. Assim sendo, acrescenta a CNI, cada vez mais o Brasil precisará investir em aperfeiçoamento e requalificação.

O levantamento hoje divulgado, feito pelo Observatório Nacional da Indústria, tem por finalidade identificar demandas futuras por mão de obra e orientar a formação profissional de base industrial no país.

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As áreas com maior demanda por formação são transversais (que permitem ao profissional atuar em diferentes áreas, como técnico em segurança do trabalho, técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento e profissionais da metrologia, por exemplo), metal mecânica, construção, logística e transporte, e alimentos e bebidas.

(Agência Brasil)

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