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Economia

Brasil mantém crescimento econômico abaixo do potencial, apontam especialistas

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O Brasil segue registrando um crescimento econômico abaixo do esperado, apesar da estabilidade recente em alguns setores. Segundo reportagem da CNN Brasil, assinada por Carol Raciunas e Fabrício Julião, com colaboração de Cleber Rodrigues, Fernando Nakagawa, Gabriel Garcia e João Nakamura, fatores estruturais têm limitado o avanço da economia nas últimas décadas.

Entre os principais desafios apontados estão crises fiscais recorrentes, atraso educacional, baixa poupança interna, declínio da produtividade e investimentos insuficientes em tecnologia. Esses fatores colocam o Brasil atrás de países emergentes como China e Índia, além de vizinhos latino-americanos como Chile, Colômbia e Peru.

Gráfico comparativo elaborado pela CNN.

Apesar disso, as projeções para 2025 indicam uma leve recuperação, com o Ministério da Fazenda estimando crescimento de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB), apoiado pelo desempenho do setor agropecuário e pela resiliência do mercado de trabalho. No entanto, especialistas alertam que mudanças estruturais profundas são necessárias para garantir crescimento sustentável.

A abordagem da CNN Brasil passa uma mensagem, nas entrelinhas, que o baixo crescimento é consequência de governos fracos – como o atual, de Lula (PT) -, que não têm a devida competência para uma gestão ao menos satisfatória. Para piorar, esses maus gestores prejudicam o país com a corrupção entranhada em suas próprias estruturas. Ou seja, o país é saqueado pelos seus governos e isso, somado à evidente incapacidade e negligência administrativas, emperra o desenvolvimento e mantém o Brasil na condição de país periférico.

Fonte: CNN Brasil – “Por que o Brasil não cresce como outros países? Economistas explicam”

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FPM: Tangará da Serra pode perder cerca de R$ 2,3 milhões com nova tributação do IR

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Tangará da Serra pode deixar de receber cerca de R$ 2,3 milhões por ano em repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) caso não haja compensação pelas mudanças na tributação do Imposto de Renda. O valor coloca o município entre os mais impactados em Mato Grosso.

No cenário nacional, as prefeituras dividiram cerca de R$ 6,4 bilhões no primeiro decêndio de abril, com alta de 13% em relação ao mesmo período do ano passado. Apesar disso, há incerteza quanto aos próximos repasses.

Levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM) indica que as perdas podem chegar a R$ 9,5 bilhões por ano, sendo aproximadamente R$ 4,5 bilhões diretamente no FPM.

Em Mato Grosso, cidades como Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop e Sorriso devem concentrar perdas mais elevadas em valores absolutos. Já municípios como Tangará da Serra, Campo Novo do Parecis, Nova Olímpia, Barra do Bugres e Sapezal tendem a sentir impacto proporcional relevante.

Também entram no radar municípios como Primavera do Leste, Lucas do Rio Verde, Cáceres e Barra do Garças, com risco de redução na capacidade de investimento e manutenção de serviços.

Especialistas apontam que a queda pode afetar áreas como saúde, educação e infraestrutura, além de provocar contingenciamentos.

O governo federal informou que pretende compensar parte das perdas com a taxação de lucros e dividendos, mas não há garantia de recomposição integral.

(Fonte: Brasil 61, com dados da Confederação Nacional de Municípios – CNM – e Tesouro Nacional)

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