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Saúde Pública

Tangará da Serra: Casos diários de Covid-19 caem 41% em setembro em relação à média diária de agosto

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Os registros diários de novos casos de infecção pelo novo coronavírus em Tangara da Serra apresentaram decréscimo nos primeiros sete dias deste mês de setembro em relação a agosto. Enquanto a média diária do mês passado foi de 58 novos casos, em setembro esta média é de 34, representando uma redução de 41%.

Em agosto, o mês fechou com um total de 3.954 casos acumulados (média diária de 58) contra 2.162 acumulados em 31 de julho (média diária de 50). Veja gráfico abaixo.

De acordo com o boletim epidemiológico divulgado ontem pelo município, há um acumulado de 4.189 casos confirmados desde o primeiro registro na cidade, em 01 de abril. Deste total, 3.973 pacientes se recuperaram da doença, perfazendo um índice de cura de 95%. Os óbitos somam 53 fatalidades. Veja quadro ao final da matéria.

Tangará da Serra, portanto, conta ainda, com 202 casos ativos, sendo 145 pacientes em isolamento domiciliar, 09 internados em enfermarias (07 públicas e 02 privadas) e 10 internados em UTIs (05 públicas e 04 privadas e 01 pública estadual).

Há, ainda, 05 casos em investigação, sendo 04 internados em enfermaria pública e 01 em UTI pública. Outros seis pacientes – todos de fora do município – estão internados (01 em enfermaria privada, 02 em UTI pública e 03 em UTI privada).

Risco

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) divulgou nesta segunda-feira (07.09) o Boletim Informativo nº 183 com o panorama da situação epidemiológica da Covid-19 em Mato Grosso. O documento mostra (a partir da página 8) que o único município do Estado que configura na classificação com risco “alto” para o novo coronavírus é Luciara.

Ainda de acordo com informações contidas no boletim, 18 municípios estão na classificação de risco “moderado” para a disseminação do coronavírus. São eles: Cuiabá, Rondonópolis, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Cáceres, Várzea Grande, Primavera do Leste, Barra do Garças, Tangará da Serra, Sinop, Campo Novo do Parecis, Sapezal, Mirassol D’Oeste, Cláudia, Nova Mutum, Vera, São Félix do Araguaia e Ponte Branca.

Outros 122 municípios estão na classificação “baixo”, indicado pela cor verde e não apresentam grandes riscos de contaminação. Nenhuma cidade de Mato Grosso foi classificada com risco “muito alto”, indicado pela cor vermelha que indica alerta máximo de contaminação. Veja boletim da SES-MT acessando o link abaixo.

http://www.saude.mt.gov.br/informe/584

Geral em MT

Até a tarde de ontem (segunda, 07), a SES-MT notificou 98.709 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 2.978 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 363 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 98.709 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 15.324 estão em isolamento domiciliar e 79.290 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 277 internações em UTIs públicas e 305 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 69% para UTIs adulto e em 35% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (19.878), Várzea Grande (7.421), Rondonópolis (7.055), Sinop (5.011), Lucas do Rio Verde (4.798), Sorriso (4.633), Tangará da Serra (4.188), Primavera do Leste (3.067), Campo Novo do Parecis (2.142) e Nova Mutum (2.010).

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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