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Fumaça das queimadas cobre boa parte do estado; Em Tangará da Serra, além da fumaça, calor não dará trégua

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A fumaça gerada pelas queimadas estão cobrindo boa parte do estado de Mato Grosso. Os incêndios em vegetações do Pantanal, na Chapada dos Guimarães e nas áreas urbanas e rurais tornam ainda pior o ar já com baixíssima umidade relativa, típico deste período do ano em toda a região Centro Oeste do Brasil.

Em Tangará da Serra, a fumaça vem de longe. As queimadas na região sul do estado – Pantanal e Chapada dos Guimarães – repercutem na Serra de Tapirapuã com a ação dos ventos. Mas há também o fogo em áreas urbanas e na zona rural, como aconteceu ontem nas regiões de Joaquim do Boche e Gleba Triângulo. Também há focos na Chapada dos Parecis.

Na Lions Internacional, fumaça diminui visibilidade.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros repassadas à imprensa local na manhã desta terça-feira, as queimadas são tanto espontâneas como provocadas pela ação humana.

Na capital, fumaça é ainda mais intensa em razão das queimadas (foto internauta).

A fumaceira é sentida principalmente na capital, que desde o final de semana está envolta numa densa nuvem de fumaça.

Meteorologia

A estiagem não dá trégua em Mato Grosso. Segundo sites especializados, não há previsão de chuvas para os próximos dez dias e a temperatura máxima para esta terça-feira (01.09) poderá chegar aos 38 graus à tarde. Entre amanhã (quarta) e domingo, as temperaturas máximas irão variar entre 34°C (amanhã) e 42 graus celsius o próximo domingo (06.09).

A umidade relativa do ar segue crítica. Se nesta terça-feira a umidade fica na casa dos 11%, no próximo domingo deverá ficar abaixo dos 10% em razão do aumento do calor.

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Chuva de sexta-feira em Tangará da Serra chegou a 66 mm; chuvas devem prosseguir

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A chuva registrada na última sexta-feira (17) em Tangará da Serra alcançou 66,8 milímetros, conforme dados da estação meteorológica A902 do Instituto Nacional de Meteorologia.

Com o volume, o acumulado de abril chega a cerca de 150 milímetros, superando a média histórica de 121 milímetros, segundo a Climatempo.

A precipitação teve início por volta das 11h e seguiu com intensidade até o início da tarde, perdendo força ao longo do dia.

De acordo com levantamento do banco de dados do Enfoque Business, o atual período chuvoso — iniciado em setembro do ano passado — soma pouco menos de 1.700 milímetros. O volume é cerca de 26% inferior ao registrado no ciclo anterior (2024/2025), quando o acumulado atingiu aproximadamente 2.400 milímetros, com chuvas prolongadas até junho.

Para os próximos dias, a previsão indica continuidade das chuvas, porém de forma irregular e com menor intensidade. As temperaturas devem permanecer estáveis, com máximas entre 29°C e 31°C e mínimas entre 22°C e 23°C.

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