TANGARÁ DA SERRA
Pesquisar
Close this search box.

Saúde Pública

Covid-19: Municípios do Sudoeste com riscos baixo e moderado; Apenas Brasnorte com risco alto de contaminação no MT

Publicado em

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) divulgou ontem (quinta, 27) o Boletim Informativo nº 172 com o panorama da situação epidemiológica da Covid-19 em Mato Grosso. O documento mostra (a partir da página 7) que o único município do Estado que configura na classificação com risco “alto” para o novo coronavírus é Brasnorte (foto acima).

Ainda de acordo com informações contidas no boletim, 19 municípios estão na classificação de risco “moderado” para a disseminação do coronavírus, três deles na região polarizada por Tangará da Serra, que inclui, além do próprio município-polo, Campo Novo do Parecis e Sapezal. (Veja quadro abaixo e link com boletim completo da SES-MT ao final)

Os demais municípios do estado enquadrados como moderados são Cuiabá, Rondonópolis, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Várzea Grande, Primavera do Leste, Barra do Garças, Cáceres, Mirassol D’Oeste, Sinop, Jaciara, Cláudia, São Felix do Araguaia, São Pedro da Cipa, Ponte Branca, Reserva do Cabaçal.

Risco Baixo

Outros 121 municípios estão na classificação “baixo”, indicado pela cor verde e não apresentam grandes riscos de contaminação.

Da região polarizada por Tangará da Serra, enquadram-se em baixo risco os municípios de Nova Olímpia, Barra do Bugres e Arenápolis. (Veja quadro ao final do texto e link com o boletim)

Nenhuma cidade de Mato Grosso foi classificada com risco “muito alto”, indicado pela cor vermelha que indica alerta máximo de contaminação.

Veja o boletim acessando o link: http://www.saude.mt.gov.br/informe/584

 

Comentários Facebook
Advertisement

Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

Published

on

Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

Comentários Facebook
Continue Reading

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana