TANGARÁ DA SERRA
Pesquisar
Close this search box.

Saúde Pública

Covid-19: Em Tangará, Comitê descarta ampliar flexibilização mesmo com redução de risco para moderado

Publicado em

Com 162 casos ativos e uma taxa de 69% de ocupação das UTI’s exclusivas para Covid-19, Tangará da Serra teve seu risco de contaminação reduzido de ‘Alto’ para ‘Moderado’ pela Secretaria de Estado de Saúde. Contudo, não deverá ser ampliada a flexibilização para os setores que ainda sofrem restrições em suas atividades por conta da pandemia no novo coronavírus.

A informação é do Comitê Interinstitucional de Prevenção e Monitoramento do Coronavírus no município, que tem à frente o prefeito Fábio Martins Junqueira. Segundo ele, os registros de novos casos seguem ocorrendo, com a maioria dos internados pertencendo a grupos de risco, o que pode representar a ocorrência de novos óbitos. “Ainda não é hora de desmobilizar a não aglomeração de pessoas”, disse, em contato com a redação.

A manutenção de parte das restrições segue, portanto, para escolas, eventos, bares, restaurantes e lanchonetes.

Boletim

Segundo boletim epidemiológico divulgado ontem (quarta, 29) pelo município, os casos de infecção pelo novo coronavírus em Tangará da Serra somam 2.024 desde o início da pandemia, em 01 de abril.

Entre estes casos registrados, 1.837 pacientes evoluíram para cura clínica, perfazendo um índice de cura de 90,8%. Os casos ativos somam 162, entre pacientes em isolamento domiciliar (147), sete internados em enfermarias (05 leitos públicos e 02 leitos privados) e oito internados em UTIs (06 leitos públicos e 02 leitos privados). Os óbitos somam 25.

Há, ainda, 11 casos em investigação, com cinco pacientes internados em enfermaria (03 públicas e 02 particulares) e seis internados em UTIs (03 públicas e 03 particulares). Tangará da Serra também tem internados sete pacientes de outros municípios, todos em hospital particular (02 em enfermaria e 05 em UTI).

Estado

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta quarta-feira (29.07), 48.854 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 1.752 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado e 52 mortes nas últimas 24 horas.

Foram registradas 1.809 novas confirmações de coronavírus no Estado. Dos 48.854 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 18.161 estão em monitoramento e 28.941 estão recuperados.

Entre os casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 277 internações em UTIs públicas e 325 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 79,94% para UTIs adulto e em 36,76% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19, estão Cuiabá (10.841), Várzea Grande (3.926), Sinop (3.562), Rondonópolis (3.144), Lucas do Rio Verde (2.708), Tangará da Serra (2.024), Sorriso (1.858), Sinop (1.833), Primavera do Leste (1.716), Nova Mutum (1.395) e Pontes e Lacerda (914).

Comentários Facebook
Advertisement

Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

Published

on

Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

Comentários Facebook
Continue Reading

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana