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Infraestrutura & Logística

MT-240: Sinfra e municípios promovem parceria para pavimentação da estrada Tangará-Santo Afonso

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Os municípios de Tangará da Serra e Santo Afonso participarão das obras de para pavimentação da MT-240 através de parceria com a Secretaria de Estado de Infraestrutura (SINFRA-MT).

A parceria consiste em termo de cooperação, através do qual os municípios participarão com equipes para trabalhos de preparação da sub-base, destoca, remoção de cercas, entre outros. Já o estado, através da SINFRA-MT, promoverá a licitação para execução da base e da pavimentação.

O processo licitatório acontecerá ainda este ano, com as obras acontecendo na sequência. O trecho a ser pavimentado compreende 38 quilômetros, entre Bar do Bigode, na MT 358, na Serra Tapirapuã, até o Município de Santo Afonso. Já a manutenção do pavimento deverá ficar por conta da associação de produtores, no sistema de parceria público-privada (PPP).

Fábio Junqueira: “Estrada interligará a região”.

De acordo com o prefeito de Tangará da Serra, Fábio Junqueira, que na manhã da última terça-feira (07), esteve no local da obra juntamente com representantes do município vizinho, produtores rurais e governo do estado, os dois municípios atuarão como auxiliares na obra. “Esses 38 km interligam a região, aproximando os municípios de Tangará da Serra, Santo Afonso, Nova Marilândia, Arenápolis e Nortelândia”, afirmou o Gestor.

A ação coletiva também envolve os produtores rurais, que serão beneficiados com a pavimentação asfáltica, favorecendo o escoamento da safra e o transporte de insumos.

Região

Segundo o governo do estado, outros trabalhos de restauração de estradas são realizadas na região, em especial nas rodovias MT-235 e MT-358, em Campo Novo do Parecis e Tangará da Serra. O governo informa que em Campo Novo do Parecis já foram restaurados 59,7 quilômetros da MT-235, no trecho que vai do entroncamento da MT-249 até o município.

Já em Tangará da Serra foram restaurados 22 quilômetros da MT-358, no trecho que liga o município até Itanorte. Ao todo devem ser restaurados 96 quilômetros nesse trecho da rodovia.

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Infraestrutura & Logística

Aeroporto de Tangará da Serra integra pacote ligado à concessão do aeroporto de Brasília

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O leilão que definirá a gestão do Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, em Brasília, terá reflexo direto em Tangará da Serra. A empresa vencedora da concessão do terminal da capital federal deverá assumir também a gestão de dez aeroportos regionais de pequeno porte, três deles em Mato Grosso.

A medida é uma estratégia do governo federal, usando um grande aeroporto rentável como “âncora” para viabilizar investimentos em aeroportos menores, dentro da mesma concessão.

Entre os terminais incluídos no pacote do leilão em Brasília está o aeroporto regional de Tangará da Serra. Também integram a lista os aeroportos de Juína e de Cáceres, igualmente em território mato-grossense.

Além desses, estão previstos aeroportos regionais em Mato Grosso do Sul — Bonito, Dourados e Três Lagoas —, dois em Goiás — São Miguel do Araguaia e Alto Paraíso —, além de Ponta Grossa, no Paraná, e Barreiras, na Bahia. Todos os terminais passaram por inspeção prévia da atual concessionária do aeroporto de Brasília, a Inframérica.

Os investimentos estimados somam cerca de R$ 500 milhões para adequar os aeroportos às operações de aeronaves e ao atendimento de passageiros.

Benefícios

Para uma cidade polo como Tangará da Serra, um aeroporto regional não é apenas uma obra de transporte. Ele funciona como infraestrutura estratégica de integração econômica, reduzindo distâncias e ampliando a capacidade de atração de negócios, fortalecendo o papel de polo regional de Tangará da Serra.

A região é fortemente baseada no agronegócio. Nesse contexto, um aeroporto regional facilita deslocamento de técnicos e executivos de empresas do setor, facilita a chegada de investidores e compradores, além de proporcionar operações corporativas rápidas.

Modelo

A gestão do Aeroporto Internacional de Brasília deverá ir a leilão no segundo semestre deste ano, após a atual concessionária, Inframérica, registrar prejuízos acumulados ao longo de anos de operação.

Os valores mínimos da concessão ainda não foram divulgados. O processo, no entanto, deverá seguir modelo semelhante ao adotado na relicitação do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, que estabeleceu pagamento inicial de R$ 982 milhões pela outorga, além de repasse de 20% do faturamento anual e cumprimento de cronograma de investimentos em melhorias estruturais.

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