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Saúde Pública

Tangará da Serra soma 18 casos confirmados, investiga outros 24 e descarta 213 das 255 notificações

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Boletim epidemiológico divulgado agora pela manhã pelo Comitê de Prevenção e Monitoramento ao Coronavírus mostra os números atualizados da pandemia em Tangará da Serra.

O documento revela 18 casos confirmados de infecção pelo vírus, dois a mais que ontem, quarta-feira (13). As notificações de casos suspeitos subiram de 237, ontem, para 255 nesta quinta-feira, sendo que destas, 213 estão descartadas. Os casos ainda em investigação somam 24, sendo que um dos pacientes se encontra internado na enfermaria do Hospital Municipal.

A boa notícia é que, além de não haver óbito pela doença no município, 12 dos 18 casos correspondem a pacientes que evoluíram para cura clínica, enquanto seis pacientes são monitorados em isolamento domiciliar.

Estatística

Destes 18 casos confirmados, nove são decorrentes de transmissões importadas (ocorridas em viagens), quatro são de transmissões locais e cinco de transmissões comunitárias.

Ainda em relação aos 18 casos confirmados em Tangará da Serra, 72% dos pacientes são do sexo feminino e 28% masculino. Oito pacientes possuem faixa etária de 36 a 55 anos, cinco de 19 a 35, quatro de 56 a 80 e um de 06 a 18 anos.

Os bairros mais afetados pela pandemia em Tangará da Serra são o Cidade Alta (03 casos), Centro, Vila Esmeralda e Vila Horizonte, com dois casos cada (veja ilustração no início da matéria).

Veja nos quadros a seguir os números no estado e no país.

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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