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Saúde Pública

Tangará da Serra: Mulheres são maioria entre os infectados por Covid-19; Cidade Alta, Horizonte e Esmeralda lideram

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Entre os 13 pacientes que contraíram o Covid-19 em Tangará da Serra, as mulheres são a maioria, com nove infecções. Os bairros com maior incidência são Cidade Alta, com 03 casos, Vila Horizonte e Vila Esmeralda, com 02 casos cada. No total, os três bairros somam sete dos 13 casos confirmados.

Os dados constam em relatório da Vigilância Epidemiológica. Os demais bairros afetados são Buritis, Centro, Morada do Sol, San Diego, Tangará II, além do Distrito de Progresso, todos com um infectado.

Pacientes mais acometidos pela doença em Tangará da Serra são da faixa etária entre 36 a 55 anos (cinco infectados), seguido da faixa entre 18 e 35 anos, com quatro. A terceira faixa etária mais afetada é a com pessoas a partir dos 56 anos, com três pacientes.

Vale lembrar que nove das 13 pessoas que contraíram a doença evoluíram par cura clínica. No mesmo universo de infectados, nove foram acometidos por transmissões importadas (em viagem), outras duas por transmissão local e duas por transmissão comunitária. Não há óbitos da doença no município, nem internados.

Abaixo, imagem do relatório.

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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