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Saúde Pública

Em Mato Grosso, 12% se recuperam da COVID-19; Em Tangará da Serra, 03 casos suspeitos são de internados

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) divulgou ontem à tarde boletim atualizado sobre a pandemia do novo coronavírus em Mato Grosso. Segundo o informe, são 134 casos confirmados da Covid-19 no estado, com 105 pacientes em isolamento domiciliar e oito hospitalizados – sendo três em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e cinco em enfermarias.

Os casos confirmados da doença estão registrados em Cuiabá (72), Rondonópolis (22), Sinop (11), Várzea Grande (6), Tangará da Serra (5), São José dos Quatro Marcos (2), Cáceres (2), Aripuanã (2), União do Sul (1), Primavera do Leste (1), Nova Mutum (1), Nova Monte Verde (1), Lucas do Rio Verde (1), Lambari D’Oeste (1), Canarana (1), Campo Novo do Parecis (1), Alta Floresta (1) e residentes de outros Estados (3).

Entre os 134 casos confirmados de COVID-19 no estado, 72 são de Cuiabá.

Entre os 134 casos figuram 17 pacientes que alcançaram a cura clínica da doença, o que representa um índice de recuperação de 12,7%. O número de óbitos – 04 – corresponde a uma taxa de letalidade de 2,98%.

Considerando o número de casos confirmados em Mato Grosso, 61% dos diagnosticados são do sexo feminino e 39% masculino; além disso, 72 pacientes têm faixa-etária entre 36 a 55 anos. Ainda de acordo com o balanço da SES-MT, um total de 1.153 amostras já foram processadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 38 amostras em análise laboratorial.

Tangará da Serra

A Vigilância Epidemiológica de Tangará da Serra divulgou na manhã desta terça-feira (14) boletim atualizado do novo coronavírus no município. Ao todo, são 102 notificações, com 23 casos suspeitos e outros 74 descartados.

Dos cinco casos confirmados de infecção no município, todos os pacientes alcançaram a cura clínica. Porém, três pacientes com suspeita de infecção pelo novo coronavírus encontram-se internados em enfermaria.

 

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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