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Saúde Pública

COVID-19: País tem 17,8 mil casos confirmados e 941 óbitos; Casos avançam 20% no MT, que soma duas mortes

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O Ministério da Saúde atualizou o quadro da COVD-19 no país nesta quinta-feira (09) e mostra a somatória de 17.857 casos confirmados e 941 óbitos. A atualização corresponde a 1.930 casos a mais (12,12%) e 141 novas mortes (17,63%) ante 15.927 casos e 800 óbitos contabilizados ontem.

(*) Ao final do texto, veja quadro com todos os números, por estado.

A taxa de letalidade da doença sofreu leve avanço, passando de 5% para 5,3%. Os avanços mais acentuados no número de casos se deram nos estados de Rondônia (de 18 para 28 casos, índice de 55,56%; duas mortes), Pernambuco (de 401 casos para 555, índice de 38,4%; 56 mortes) e Paraíba (41 para 55 casos, índice de 34,15%; 07 mortes). Já o estado de Tocantins é o único sem óbitos no país.

Mato Grosso

Em Mato Grosso, a COVID-19 registrou aumento de 20% no número de casos confirmados de infecção. Ontem, os casos somavam 90 e hoje são 108. Com a morte de um idoso de 82 anos em Cáceres na noite de ontem, o estado passa a contar dois óbitos com a doença, mostrando o maior avanço da doença em 24 horas no Centro-Oeste.

Tangará da Serra

Em Tangará da Serra, 43% das notificações de casos suspeitos de infecção por coronavírus foram descartados. A informação consta em boletim divulgado hoje cedo pela Vigilância Epidemiológica do município.

De acordo com o boletim, dos 86 casos notificados, 37 foram descartados, enquanto outros 44 seguem em investigação. O município contabiliza 05 casos confirmados, com todos os pacientes sem internação e em isolamento domiciliar.

 

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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