TANGARÁ DA SERRA
Pesquisar
Close this search box.

Saúde Pública

COVID-19: País encosta nos 16 mil casos e soma 800 óbitos; Em MT, número de infectados cresce 15%

Publicado em

Os números da COVID-19 aumentaram em 2.210 no Brasil nas últimas 24 horas, 2.210 novos casos de infecção por coronavírus, incluindo 133 mortes em decorrência da doença, informou o balanço mais recente do Ministério da Saúde, publicado na tarde desta quarta-feira (08).

(*) Veja quadro com todos os números, por estado.

Em todo o país, o número de mortes pela Covid-19 chega 800, com um total de 15.927 pacientes com testes positivos para o vírus. A taxa de letalidade da doença no país atingiu 5%, enquanto a média global é de 5,85%, segundo dados da Organização Mundial da Saúde.

Não foi informado pelo Ministério da Saúde o número de pacientes que alcançaram a cura da doença.

Mato Grosso

Em Mato Grosso, o número de casos confirmados de COVID-19 subiu para 90, num índice de 15,38% a mais em relação aos 78 casos contabilizados ontem.

O número de óbitos no estado permanece 01. Porém, nesta quarta-feira (08), a prefeitura de Rondonópolis relata que recebeu a notificação de um óbito com suspeita de Covid-19 no município. O paciente, do sexo masculino e de 75 anos morreu nesta madrugada, no Hospital Materclin. A equipe médica coletou material do paciente e encaminhou para teste e aguarda o resultado do exame.

Já em Tangará da Serra, o Comitê Interinstitucional de Prevenção e Monitoramento do Coronavírus divulgou boletim informando que o município passa a contabilizar 05 casos confirmados de COVID-19, um a mais em relação a ontem. Além do caso confirmado, o boletim informa 83 notificações, sendo 70 suspeitos e outros 08 descartados.

(*) Veja quadro abaixo:

Comentários Facebook
Advertisement

Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

Published

on

Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

Comentários Facebook
Continue Reading

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana