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Agronegócio & Produção

Momento Agrícola: Produção de alimentos, enfrentamento da pandemia e psicologia na crise são os destaques da semana

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O Momento Agrícola deste final de semana traz quatro blocos com entrevistas relacionadas à ao Agro ante a pandemia do coronavírus no Brasil e no mundo.

O programa é veiculado pela cadeia de rádios do Agro e, nesta edição, o editor e apresentador Ricardo Arioli conversa com três especialistas: Bruno Lucchi, Superintendente Técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); o economista Antônio Carlos Ortiz, do Rabobank; e o psicólogo Gabriel Carneiro.

Lucchi, Ortiz e Carneiro são os entrevistados no programa.

A primeira entrevista, com Bruno Lucchi, ocupa dois dos quatro blocos do programa. Neles, Arioli e Lucchi discorrem sobre as ações da CNA para manter o Agro funcionando em tempos de crise. O entrevistado fala sobre a manutenção da produção de alimentos como atividade essencial, conforme decreto presidencial 10.282/2020, bem como a medida provisória 926/2020, que resguarda o funcionamento de serviços públicos e atividades consideradas essenciais.

No terceiro bloco, o assunto é com o especialista Carlos Ortiz, que dá dicas aos produtores para o enfrentamento da crise com medidas simples para um bom planejamento do fluxo de caixa.

No último bloco, Ricardo Arioli conversa com o psicólogo Gabriel Carneiro, que analisa os momentos de uma crise e como superá-la com o menor impacto possível.

Para ouvir o Momento Agrícola na íntegra, clique abaixo:

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Agronegócio & Produção

Frota encolhe e frete de grãos sobe em MT; custos em alta afetam competividade do agro

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Boletim recente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) aponta alta nos fretes rodoviários de grãos em diversas rotas de Mato Grosso. O movimento ocorre mesmo com oferta equilibrada de cargas, indicando que a principal causa foi a diminuição na disponibilidade de caminhões.

Segundo o levantamento semanal, parte da frota deixou o estado em busca de melhores oportunidades em outras regiões do país. Com menos veículos disponíveis, as transportadoras que permaneceram ampliaram seu poder de negociação, resultando na elevação dos preços.

Entre as principais rotas monitoradas, destacam-se os trajetos de Diamantino a Rondonópolis, com média de R$ 155,00 por tonelada (+3,20%), e de Querência a Uberlândia, com média de R$ 333,70 por tonelada (+3,28%). Os dados indicam valorização do frete em um período relevante para o escoamento da produção.

De acordo com Rodrigo Silva, o cenário contraria a expectativa para o período. “Seria esperado um recuo nos preços, com o equilíbrio entre oferta e demanda após a colheita da soja 2025/26. No entanto, os valores seguem acima dos registrados no mesmo período do ano passado, influenciados principalmente pelos custos com diesel”, afirmou.

O frete representa parcela significativa dos custos da produção agropecuária em Mato Grosso, estado fortemente dependente do transporte rodoviário. Com a alta, o impacto é direto nas margens do produtor rural.

Além disso, o encarecimento logístico afeta a competitividade do estado frente a outras regiões com melhor infraestrutura ou mais próximas dos portos.

“A eficiência no escoamento da produção é determinante para a sustentabilidade econômica das propriedades e para a competitividade do estado”, destacou Silva.

(Com informações de Notícias Agrícolas)

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