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Infraestrutura & Logística

Hidrelétrica banca construção de segunda ponte entre Brasil e Paraguai

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A Usina Hidrelétrica de Itaipu está custeando as obras da segunda ponte que liga o Brasil ao Paraguai. A obra é mais uma demonstração da importância do setor de geração de energia de matriz hidráulica para o país e para  economia nacional.

O serviço de fundação da nova ponte, em Foz do Iguaçu (PR), está sob supervisão do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), que também é o órgão com a competência técnica para aprovar os projetos. A obra tem previsão de conclusão em julho de 2022.

Conselho de Administração de Itaipu aprovou a construção da obra com recursos da própria binacional, num investimento de R$ 462.9 milhões.

O Conselho de Administração de Itaipu aprovou a construção da obra com recursos da própria binacional. O investimento total será de R$ 462.995.564,22, considerando obras da estrutura, desapropriações e a construção de uma perimetral no lado brasileiro.

O investimento será diluído ao longo do orçamento dos próximos três ou quatro anos, sem onerar a tarifa de Itaipu, para não prejudicar o consumidor brasileiro. Por meio de um convênio de delegação, todas as obras serão gerenciadas pelo governo do Paraná.

Diques protegerão obras de sustentação da nova ponte entre os dois países.

A segunda ponte será construída no Rio Paraná, entre Foz do Iguaçu (PR) e Presidente Franco, cidade paraguaia vizinha a Ciudad del Este, onde está localizada a Ponte da Amizade.

A segunda ponte entre os dois países será mais um estímulo ao desenvolvimento regional, facilitando a logística de cargas e melhorando o trânsito no centro de Foz do Iguaçu e na Ponte da Amizade.

(Redação EB, com CCSocial/DNIT)

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Infraestrutura & Logística

Aeroporto de Tangará da Serra integra pacote ligado à concessão do aeroporto de Brasília

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O leilão que definirá a gestão do Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, em Brasília, terá reflexo direto em Tangará da Serra. A empresa vencedora da concessão do terminal da capital federal deverá assumir também a gestão de dez aeroportos regionais de pequeno porte, três deles em Mato Grosso.

A medida é uma estratégia do governo federal, usando um grande aeroporto rentável como “âncora” para viabilizar investimentos em aeroportos menores, dentro da mesma concessão.

Entre os terminais incluídos no pacote do leilão em Brasília está o aeroporto regional de Tangará da Serra. Também integram a lista os aeroportos de Juína e de Cáceres, igualmente em território mato-grossense.

Além desses, estão previstos aeroportos regionais em Mato Grosso do Sul — Bonito, Dourados e Três Lagoas —, dois em Goiás — São Miguel do Araguaia e Alto Paraíso —, além de Ponta Grossa, no Paraná, e Barreiras, na Bahia. Todos os terminais passaram por inspeção prévia da atual concessionária do aeroporto de Brasília, a Inframérica.

Os investimentos estimados somam cerca de R$ 500 milhões para adequar os aeroportos às operações de aeronaves e ao atendimento de passageiros.

Benefícios

Para uma cidade polo como Tangará da Serra, um aeroporto regional não é apenas uma obra de transporte. Ele funciona como infraestrutura estratégica de integração econômica, reduzindo distâncias e ampliando a capacidade de atração de negócios, fortalecendo o papel de polo regional de Tangará da Serra.

A região é fortemente baseada no agronegócio. Nesse contexto, um aeroporto regional facilita deslocamento de técnicos e executivos de empresas do setor, facilita a chegada de investidores e compradores, além de proporcionar operações corporativas rápidas.

Modelo

A gestão do Aeroporto Internacional de Brasília deverá ir a leilão no segundo semestre deste ano, após a atual concessionária, Inframérica, registrar prejuízos acumulados ao longo de anos de operação.

Os valores mínimos da concessão ainda não foram divulgados. O processo, no entanto, deverá seguir modelo semelhante ao adotado na relicitação do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, que estabeleceu pagamento inicial de R$ 982 milhões pela outorga, além de repasse de 20% do faturamento anual e cumprimento de cronograma de investimentos em melhorias estruturais.

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