TANGARÁ DA SERRA
Pesquisar
Close this search box.

Economia & Mercado

Entre as cidades-polo, Sinop teve o maior índice de crescimento do PIB em 2017

Publicado em

O maior índice de crescimento do PIB em 2017 entre os municípios-polo de Mato Grosso pertence a Sinop (foto acima, autoria da prefeitura). De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a “Capital do Nortão” figura no estudo “PIB dos Municípios” com o quinto maior PIB do estado – R$ 5,626 bilhões -, atrás apenas de Cuiabá, Rondonópolis, Várzea Grande e Sorriso.

Os demais municípios-polo aparecem posicionados no ranking da seguinte forma: Rondonópolis (2º maior PIB do estado, com R$ 9,598 bilhões), Tangará da Serra (8º maior PIB, com R$ 3,014 bilhões), Cáceres (em 14º, com 1,816 bilhões) e Barra do Garças (em 15º, com 1,754 bilhões).

Tangará da Serra é a 8ª economia de Mato Grosso, com o 3º maior PIB entre os municípios-polo.

Sinop também teve, entre as cidades-polo, o maior índice de variação do PIB de 2016 (R$ 5,117 bi) para 2017 (R$ 5,626 bi), com 9,93% de crescimento. Em seguida vem Cáceres, com 5,66% de incremento no PIB (R$ 1,718 bi em 2016; R$ 1,816 bi em 2017); Rondonópolis, com 1,92% de ampliação (R$ 9,418 bi em 2016; R$ 9,598 bi em 2017); Tangará da Serra, com 1,54% de crescimento (R$ 2,969 em 2016; R$ 3,014 em 2017) e Barra do Garças, com 0,39% (R$ 1,747 bi em 2016; R$ 1,754 bi em 2017).

A mesma sequência se repete quanto ao PIB per capita, com o detalhe de que Tangará da Serra e Barra do Garças sofreram retração no índice em 2017, resultado do crescimento populacional ligeiramente superior ao incremento da atividade econômica (ver tabela e gráficos logo abaixo).

 

Comentários Facebook
Advertisement

Economia & Mercado

Ritual que vale milhões: MT amplia venda de carne bovina halal para países muçulmanos

Published

on

Para conquistar novos mercados e ampliar sua presença no comércio internacional, frigoríficos de Mato Grosso têm intensificado os investimentos no abate halal de carne bovina, método exigido por países muçulmanos para a importação da proteína. No Brasil, 145 plantas frigoríficas possuem certificação halal, sendo 32 no estado, segundo a Fambras Halal, a maior certificadora de produtos halal da América Latina.

Halal significa permitido e, para que o processo seja certificado, é necessário seguir uma série de critérios rigorosos. Primeiro os bovinos vivos são inspecionados para garantir que estão saudáveis e o manejo é realizado de forma calma para não estressar o animal.

Depois, um profissional muçulmano treinado e certificado realiza o ritual do Zabihah, que é o abate halal, o degolador abate o animal com um corte único, profundo e rápido na região do pescoço, sendo feita a invocação do nome de Allah nesse processo. Outro procedimento é suspender a carcaça para que o sangue escoe completamente por gravidade.

Cada carcaça é então identificada, rastreada e recebe o selo halal. A carne certificada fica armazenada em local separado, para não haver nenhum tipo de contaminação cruzada e garantir a integridade do produto conforme as normas religiosas.

Em Mato Grosso, os 29 frigoríficos certificados para abate halal estão distribuídos em 22 municípios, entre eles Várzea Grande, Rondonópolis, Tangará da Serra, Sinop, Água Boa, Alta Floresta, Diamantino, Confresa, Juruena, Juara e Colíder.

Entre os principais destinos da carne bovina mato-grossense que exigem o abate halal estão mercados estratégicos como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Indonésia, Malásia, Singapura, Egito, Argélia e Turquia. O consumo mais comum da proteína bovina nesses países é feito de forma grelhada, cozida ou ensopada.

Para Mato Grosso, que detém o maior rebanho bovino do Brasil, ampliar espaço no mercado muçulmano representa grandes oportunidades de negócio. Isso porque a certificação halal agrega valor ao produto, amplia o acesso a mercados premium e fortalece a competitividade da carne mato-grossense no cenário global.

“O mercado halal é estratégico e vem crescendo de forma consistente. Mato Grosso tem trabalhado para ampliar sua presença nesses países, garantindo não só volume, mas qualidade e conformidade com as exigências internacionais. Isso abre portas e aumenta a rentabilidade de toda a cadeia produtiva”, destaca o diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade.

(Thalyta Amaral – Assessoria)

Comentários Facebook
Continue Reading

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana