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Turismo & Lazer

Pelos Andes: Empresa de ônibus oferece linha que liga Cuiabá a Lima, no Peru

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A empresa de transporte peruana Expresso Internacional Ormeño  oferece desde a última sexta-feira (18/10) partidas de Cuiabá para a linha que liga o Brasil ao Peru. Na última sexta foi o primeiro dia em que a linha atendeu a capital mato-grossense.

O itinerário conecta Cuiabá a diversos pontos do Peru, como Cusco e Lima, passando pela Cordilheira dos Andes. As viagens saem às sextas-feiras, sempre às 18h. Na próxima sexta, dia 25, acontece o segundo embarque de Cuiabá para a capital peruana.

(*) Veja ao final da matéria série de reportagens da TV Record sobre a viagem até Lima no Peru. A série foi produzida e apresentada em novembro de 2011.

Cordilheira dos Andes: Viagem inclui as belezas da maior cadeia montanhosa do planeta

Segundo o site Diário do Transporte, a representante da empresa, Susy Miranda, informou que a empresa atua na América Latina há mais de 50 anos e está com o trajeto Lima-São Paulo há nove anos. “Faz dois anos que iniciamos o itinerário Lima-Rio de Janeiro e o ônibus só parava no Acre, Rondônia, São Paulo e Rio, no território brasileiro. Só passava por Cuiabá e não tinha parada. A partir de hoje (sexta,18), começa essa operação com parada na rodoviária. A partir de Puerto Maldonado, os passageiros podem descer em qualquer destino do território peruano”, explicou.

O valor da passagem até Cusco é de R$ 600 + R$ 6 de taxa de embarque. Por sua vez, até Lima, o valor é de R$ 690 + R$ 6 da taxa. Os valores para volta são os mesmos. A distância a ser percorrida é de 3.300 quilômetros, com duração de três dias e três noites.

As vendas estão sendo feitas somente pelo site da empresa de ônibus e diretamente pelo WhatsApp de Susy (65 9220-7788).

“Não temos guichê na rodoviária, por questões de concessão, então o ônibus só passa por lá e as passagens são compradas diretamente comigo, de forma virtual, e eu encaminho para a central, em São Paulo”, explicou Susy.

Em cusco, as ruínas do Império Inca são a principal atração.

As viagens do Brasil para o Peru são sempre semanais, em um ônibus com capacidade para 52 pessoas. As partidas de São Paulo para Lima, por exemplo, são de quarta-feira, às 23h. O valor da passagem varia de R$ 700 a R$ 850, com diferenciação por tipo de poltrona.

A companhia realiza o trajeto de mais de 5 mil quilômetros há nove anos partindo do Rio de Janeiro, parando em São Paulo, Rio Branco, Porto Velho e Campo Grande, acrescentando agora Cuiabá.

Para entrar no Peru, partindo do Brasil, não é preciso ter passaporte. É necessário apenas apresentar um documento de identidade oficial (RG), expedido há menos de 10 anos.

(*) Abaixo, a série de três reportagens da TV Record.

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Turismo & Lazer

Campo Novo do Parecis é aprovado como Capital do Etnoturismo de Mato Grosso

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Projeto de lei de Chico Guarnieri segue para sanção do governador Mauro Mendes e fortalece o turismo cultural indígena no estado

O deputado estadual Chico Guarnieri (PRD) comemora a aprovação, em segunda votação, do Projeto de Lei 1364/2025 que reconhece Campo Novo do Parecis como a “Capital do Etnoturismo do Estado de Mato Grosso”. A proposta consolida o município como referência estadual e nacional no turismo de base cultural indígena, fortalecendo a economia local, valorizando os povos originários e projetando o nome de Campo Novo do Parecis e de Mato Grosso para todo o país.

Com a aprovação definitiva pelo Parlamento, na sessão realizada nessa segunda-feira (22.12), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o texto segue, agora, para sanção do governador Mauro Mendes (UB).

Campo Novo do Parecis abriga mais de 10 aldeias indígenas, sendo a maioria delas localizadas às margens de rios de águas cristalinas, além de cachoeiras, balneários e sítios históricos que compõem um dos maiores potenciais de etnoturismo do Brasil.

Para o deputado estadual Chico Guarnieri, o reconhecimento oficial cria um ambiente mais favorável para investimentos, organização do setor e ampliação da divulgação turística do município.

“Esse projeto é um instrumento de valorização cultural, preservação ambiental e desenvolvimento econômico. Ao reconhecer Campo Novo do Parecis como Capital do Etnoturismo, ganhamos um novo olhar para esse patrimônio humano e natural que temos em Mato Grosso”, destaca.

Também presidente da Comissão de Indústria, Comércio e Turismo da ALMT, o deputado estadual Chico Guarnieri ressaltou que o título fortalece políticas públicas voltadas ao turismo sustentável e à geração de renda para as comunidades indígenas.

“O etnoturismo promove conhecimento, respeito e oportunidades. Ele gera emprego, movimenta a economia local e leva a cultura indígena mato-grossense para o Brasil e para o mundo, sempre com responsabilidade e protagonismo dos povos originários”, afirma o parlamentar.

Entre os principais atrativos de Campo Novo do Parecis estão a Cachoeira Salto Utiariti, localizada em terra indígena Paresí e marcada por relevância histórica e cultural; a Ponte de Pedra, considerada sagrada pelo povo Haliti; o Salto Belo, com atividades de aventura; a Aldeia Wazare, referência em etnoturismo; além do Balneário Rio Verde, Balneário do Hawaii, Cachoeira Salto da Mulher e a Aldeia Quatro Cachoeiras, onde tradições indígenas seguem preservadas.

Com a aprovação em segunda votação e o encaminhamento para sanção do governador Mauro Mendes, o Projeto de Lei consolida Campo Novo do Parecis como símbolo do etnoturismo em Mato Grosso e representa um avanço estratégico para o turismo estadual.

Chico Guarnieri pontua que o reconhecimento também carrega o legado do cacique Xiru, do povo Paresí, que faleceu há poucos dias e foi um importante apoiador da iniciativa. O deputado lembrou que esteve com o cacique neste ano, durante visitas às aldeias em Campo Novo do Parecis, quando o fortalecimento do etnoturismo foi tema de diálogo e construção conjunta.

“O cacique Xiru acreditava no etnoturismo como caminho de valorização cultural, preservação ambiental e autonomia para o seu povo. Tive a oportunidade de conversar com ele este ano nas aldeias, ouvir sua visão e seu apoio a essa ideia. Esse título também é uma forma de reconhecer e respeitar esse legado”, concluiu o deputado estadual.

(Assessoria)

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