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Projeto avança na CCJP da ALMT e prevê 2ª Vara para Sapezal e outras comarcas

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A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso aprovou, nesta terça-feira (28), parecer favorável ao Projeto de Lei Complementar que amplia a estrutura do Judiciário em Mato Grosso, com destaque para a criação de uma 2ª Vara na comarca de Sapezal. A matéria teve relatoria do deputado estadual Chico Guarnieri.

De iniciativa do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, presidido pelo desembargador José Zuquim, o projeto propõe a reorganização da estrutura judiciária em municípios que registram aumento consistente na demanda processual. Além de Sapezal, a proposta contempla as comarcas de Guarantã do Norte e Tapurah.

Em Sapezal, o volume de processos tem pressionado a atual estrutura. Dados técnicos indicam que, apenas no primeiro semestre de 2025, foram registrados mais de 1.090 novos casos. O acervo total supera 4.500 ações, enquanto o tempo médio para sentença chega a cerca de 1.240 dias.

Chico Guarnieri, relator da CCJR/ALMT: “Medida necessária para acompanhar o crescimento das demandas processuais em cidades do interior, como Sapezal.”

Atualmente, o município conta com apenas uma vara judicial, responsável por concentrar todas as demandas. Com a aprovação do projeto na CCJR, o modelo será reestruturado: a unidade existente passará a ser denominada 1ª Vara, e será criada uma 2ª Vara, permitindo a divisão dos processos e maior capacidade de atendimento.

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A proposta também prevê a separação dos Juizados Especiais Cível e Criminal, medida que tende a organizar o fluxo processual e reduzir o tempo de tramitação.

A criação das novas unidades segue critérios estabelecidos pelo Código de Organização Judiciária do Estado, que recomenda a ampliação da estrutura quando o número de processos ultrapassa mil por ano — patamar já atingido pelas comarcas contempladas.

Para Chico Guarnieri, a medida necessária para acompanhar o crescimento das demandas processuais em cidades do interior, como Sapezal. “Hoje a demanda já é alta, e a estrutura precisa evoluir junto para garantir mais agilidade e eficiência no atendimento à população”, destacou o parlamentar.

Estudo técnico do TJMT aponta ainda a existência de previsão orçamentária para a implementação das novas varas, em conformidade com os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Com o avanço na CCJR, o projeto segue para as próximas etapas de tramitação na Assembleia Legislativa. A proposta busca adequar a estrutura do Judiciário ao crescimento das comarcas, com impacto direto na capacidade de atendimento e na duração dos processos.

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(Redação EB, com Assessoria)

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Preso em Cuiabá, vereador nega violência, fala em “inverdades” e se diz inocente

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O vereador de Barra do Bugres, Laércio Norberto Júnior, conhecido como Junior Chaveiro (foto), foi preso no último sábado (25), por volta das 13h, no bairro Porto, em Cuiabá. Ele foi localizado na residência de uma filha e detido por policiais do 10º Batalhão da Polícia Militar, após informações repassadas por populares.

À autoridade policial, o vereador negou a acusação de violência doméstica. Ele também afirmou não manter relacionamento estável com a mulher que o acusa, servidora da Câmara Municipal de Barra do Bugres. Em entrevista à imprensa, disse que “apenas saía” com a denunciante.

Junior Chaveiro declarou ainda estar ciente da destituição do cargo de presidente da Câmara e afirmou que há “muitas inverdades” relacionadas ao caso. “Vou provar dentro do processo que são inverdades”, disse.

Questionado sobre a denúncia de que teria amarrado e agredido a vítima, negou as acusações. “Eu não pratiquei o que estão falando. Eu não agredi, eu me defendi”, afirmou. O vereador também mencionou que o processo tramita sob segredo de Justiça.

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A prisão havia sido inicialmente negada pelo juiz plantonista na semana anterior. O Ministério Público recorreu da decisão, e o pedido foi posteriormente acolhido pela Justiça da comarca de Barra do Bugres.

Além de perder a presidência da Câmara, o vereador foi afastado do Partido Liberal (PL). Também afastado do cargo de vereador por 90 dias, ele também responde a processo interno por quebra de decoro parlamentar, que pode resultar na cassação do mandato.

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