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Circuito Rural

O ritmo cauteloso do plantio de soja e a decisão que pôs fim à moratória da soja

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O Circuito Rural, coluna semanal do jornalista Olmir Cividini, traz nesta sexta-feira (03) uma abordagem sobre o plantio da safra de soja 2024/2025 em Mato Grosso, que segue em ritmo cauteloso, com produtores rurais monitorando as condições climáticas antes de intensificar a semeadura.

Segundo dados divulgados pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA) no início da semana, apenas 6% da área total prevista havia sido semeada.

Este percentual representa aproximadamente 780 mil hectares dos 13 milhões de hectares esperados para a safra atual. Embora o número possa ter se aproximado de 1 milhão de hectares após a atualização dos dados, a avaliação geral é que o avanço permanece lento.

A expectativa do setor é que o trabalho de plantio ganhe ritmo após a regularização das precipitações.

A meteorologia, por sua vez, aponta a formação de um corredor de umidade na região Centro-Oeste. A projeção é que a segunda quinzena de outubro traga a regularização das chuvas, o que deve impulsionar a semeadura e garantir o desenvolvimento da safra.

Fim da Moratória

Outro assunto comentado na coluna é sobre uma decisão que rendeu comemoração entre os produtores rurais.

Em uma decisão que impacta o setor produtivo, o Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) determinou o fim da Moratória da Soja a partir de 1º de janeiro de 2026.

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Circuito Rural

Receitas em baixa, custos em alta: “Ansiedade no campo é proporcional ao tamanho do problema”

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O Circuito Rural desta sexta-feira (24) aborda um momento decisivo para a atual safra de soja. O autor da coluna, o jornalista Olmir Cividini, destaca que o próximo dia 30 será o “dia D” do agro, quando produtores deverão fechar as contas da safra de verão e encarar o resultado financeiro. “Neste ano, a ansiedade no campo está longe de ser exagero… ela é proporcional ao tamanho do problema”, observa.

Segundo Cividini, o cenário atual é um dos mais desafiadores das últimas duas décadas. De um lado, os preços das commodities seguem pressionados; de outro, os custos de produção continuam em alta. Itens como diesel, fertilizantes e insumos em geral têm pesado na planilha do produtor, enquanto o frete mais caro amplia ainda mais essa pressão.

Além disso, o crédito se tornou mais caro e restrito, com aumento nas exigências e garantias. Dados da Serasa indicam inadimplência acima de 8%. “Se o produtor não consegue honrar seus compromissos, o efeito dominó é inevitável”, alerta o colunista, ao mencionar também o crescimento dos pedidos de recuperação judicial no setor.

O cenário é considerado delicado não apenas para o agro, mas para a economia nacional, já que o setor responde por cerca de 30% do Produto Interno Bruto.

Leia matéria relacionada no link abaixo:

Frota encolhe e frete de grãos sobe em MT; custos em alta afetam competividade do agro

Clique abaixo e ouça o Circuito Rural na íntegra:

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