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Saúde Pública

Arboviroses avançam 36% em Tangará da Serra e somam 1,4 mil casos somente em março

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O avanço das arboviroses neste ano de 2024 representa um recorde negativo na saúde pública de Tangará da Serra. Em apenas dois meses e meio, dengue e chikungunya somam 5.209 notificações, sendo 1.400 apenas neste mês de março.

Segundo boletim epidemiológico divulgado nesta quarta-feira pela Secretaria de Saúde do município, as notificações de dengue somam 2.545 desde o dia 1º de janeiro, enquanto os registros de chikungunya estão em 2.664. Ou seja, são, respectivamente, 695 e 705 novos casos. Estes números representam um aumento de 36,7% nos casos em apenas 13 dias, numa comparação com o dia 29 de fevereiro. (Veja comparativo abaixo)

A agressividade das duas enfermidades preocupa. Além da explosão do número de casos, já foi confirmado um óbito (chikungunya) e há outra morte em investigação, provavelmente ocasionada pela dengue.

Visando conter o avanço das arboviroses, o município iniciou na última segunda-feira (11) os serviços de nebulização espacial (UBV pesado), popularmente conhecido como fumacê. Sobre este trabalho de combate, o prefeito Vander Masson dará nesta quinta-feira, às 08h30, na prefeitura, coletiva de imprensa sobre o cronograma de funcionamento do serviço. Todas as informações, orientações e ações a serem realizadas serão divulgadas na coletiva, que terá as presenças do secretário municipal de Saúde, Wellington Bezerra, e da coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Juliana Herrero.

Além da aplicação do produto para abater os mosquitos transmissores (aedes aegypti) na fase adulta, o município também realiza o “Mutirão contra a Dengue”, que consiste na mobilização popular nos bairros para limpeza dos terrenos, com coleta de todo e qualquer material inservível que possa acumular água e disponibilização nas calçadas para recolhimento pelo maquinário da prefeitura e destinação ao Aterro Sanitário.

O bairro da vez do mutirão é o Residencial Alto da Boa Vista, com recolhimento do material nos dias 18 e 19, segunda e terça-feira próximas. (Veja informativo abaixo)

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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