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Agronegócio & Produção

SENAR-MT: Curso de agente sanitário de saúde animal capacita profissional para atuar na vacinação

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Mato Grosso é o estado que tem o maior rebanho bovino de corte no país. São cerca de 29,7 milhões de cabeças segundo o último levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2017.

A pecuária, em suas várias esferas de criação – que compreende também os ovinos, suínos, caprinos, asininos, equinos e os muares -, necessita de mão de obra qualificada para fazer o manejo e cuidar da saúde do rebanho.

Para atender essa necessidade, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT), em parceria com os Sindicatos Rurais, oferta o curso de agente sanitário em saúde animal. O objetivo é ensinar os participantes a conhecerem as principais doenças que acometem o rebanho pecuário.

Além de capacitar mão de obra para garantir a saúde animal, o curso também tem o objetivo de instruir sobre os procedimentos e as legislações referentes aos Serviço de Defesa Sanitária Animal. Uma das funções exercidas pelo agente sanitário em saúde animal é a vacinação do rebanho contra doenças como febre aftosa e brucelose.

Leia mais:  Renegociação de dívidas e avanço ferroviário marcam momento decisivo para o agro

Inscrições e contatos

O treinamento tem carga horária de 40 horas e é oferecido de forma gratuita. Os interessados em se capacitar para atuar neste setor devem procurar o Sindicato Rural de seu município para saber se há turmas previstas e se há vagas.

Em Tangará da Serra, o Sindicato Rural tem sede junto ao Parque de Exposições, na Avenida Lions Internacional (telefone 65 3325-0142). Outros Sindicatos Rurais da região também podem receber inscrições: Arenápolis (65 3343-2217), Barra do Bugres (65 3361-1247), Campo Novo do Parecis (telefone 65 3382-2491), Diamantino (65 3336-1639), Sapezal (65 3383-2557).

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Agronegócio & Produção

Renegociação de dívidas e avanço ferroviário marcam momento decisivo para o agro

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O agronegócio mato-grossense atravessa um período marcado por desafios financeiros e avanços estruturais. Os dois temas foram abordados pelo jornalista Olmir Cividini na coluna Circuito Rural desta sexta-feira (19.06), que analisa o debate sobre a renegociação das dívidas dos produtores rurais e os impactos da inauguração do primeiro trecho operacional da Ferrovia Estadual Senador Vicente Emílio Vuolo.

No campo político, a expectativa do setor está voltada para as discussões sobre mecanismos de renegociação de dívidas rurais. Conforme observa Cividini, o tema voltou ao centro das atenções em Brasília, mas ainda cercado por incertezas. Para muitos produtores, a preocupação é que as decisões acabem sendo influenciadas mais pelo ambiente político do que pelas necessidades reais do setor produtivo.

O cenário é acompanhado com cautela pelo agro, especialmente diante das dificuldades enfrentadas por produtores nos últimos anos em razão de oscilações climáticas, custos elevados de produção e desafios de mercado. A expectativa é de que eventuais medidas ofereçam condições para a recuperação financeira e a continuidade dos investimentos no campo.

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Enquanto o debate sobre crédito rural segue em aberto, Mato Grosso comemora um avanço concreto na área logística. Neste sábado será inaugurado, em Dom Aquino, o primeiro trecho operacional da Ferrovia Estadual, considerado um marco para o transporte de cargas e para a competitividade do agronegócio estadual.

O novo terminal multimodal, instalado às margens da BR-070, terá capacidade para movimentar até 10 milhões de toneladas de grãos por ano, principalmente soja e milho. A estrutura integra a primeira etapa da ferrovia, ligando Rondonópolis a Dom Aquino por meio de aproximadamente 162 quilômetros de trilhos.

A obra é considerada estratégica para ampliar a capacidade de escoamento da produção agrícola, reduzir a dependência do transporte rodoviário e fortalecer o corredor de exportação de Mato Grosso. Além disso, o terminal deverá gerar empregos e impulsionar o desenvolvimento econômico da região.

Segundo a avaliação apresentada na coluna, a nova ferrovia não elimina todos os gargalos logísticos do Estado, mas representa um avanço significativo em uma área considerada fundamental para sustentar o crescimento da produção agrícola. A expectativa é que, com a expansão dos trilhos até Lucas do Rio Verde nos próximos anos, Mato Grosso consolide uma das mais robustas estruturas logísticas do agronegócio brasileiro.

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Entre os desafios da renegociação das dívidas e os investimentos em infraestrutura, o setor produtivo segue apostando em medidas que garantam maior competitividade, eficiência e sustentabilidade para o futuro do agro mato-grossense.

(Fonte: Coluna Circuito Rural, de Olmir Cividini.)

Ouça o Circuito Rural na íntegra:

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