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Poder Judiciário

Presidente do TJMT e juiz diretor do fórum de Tangará falam sobre projeto para imprensa

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A Comarca de Tangará da Serra se tornou a sede itinerante do Poder Judiciário de Mato Grosso nesta semana. Tangará é a anfitriã do projeto Judiciário em Movimento, iniciativa do presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, e que reúne atividades da Escola Itinerante, Jornada de Estudos, Audiência Pública e serviços de Acesso à Justiça no intuito de promover a integração do Poder Judiciário e a sociedade.

Nesta sexta-feira (29), dentro da programação do projeto, será realizada a Audiência Pública “Elaboração do Planejamento Estratégico do Poder Judiciário 2021-2026”, no Tribunal do Júri, no Fórum de Tangará, e a sociedade civil, operadores do direito e autoridades locais poderão dizer o que esperam da Justiça para os próximos anos.

Presidente do TJMT, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha:, estará nesta sexxta-feira, no Fórum da Comarca.

Neste mesmo dia, o Fórum de Tangará, em parceria com prefeitura do município, preparou um dia especial para a população tangarense. No estacionamento do Fórum, das 08 às 17h, serão ofertados serviços jurídicos e de cidadania para a população.

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O presidente do TJMT, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha e o juiz diretor do Fórum da Comarca, juiz Anderson Junqueira, irão atender à imprensa para falar sobre o projeto que vem sendo realizado desde segunda-feira (25) e segue até sábado (30).

SERVIÇO

O que: Audiência Pública “Elaboração do Planejamento Estratégico do Poder Judiciário 2021-2026”
Quando: Sexta-feira (29), às 8h
Onde: Tribunal do Júri do Fórum de Tangará da Serra
Quem: Presidente do TJMT, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha e o juiz diretor do Fórum da Comarca, juiz Anderson Junqueira.

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Comarca de Tangará da Serra pode ganhar vara especializada contra o crime organizado

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) poderá instalar, na Comarca de Tangará da Serra, uma vara especializada em processos relacionados ao crime organizado. A informação foi divulgada pelo secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Silvio Sommavilla, em áudio veiculado na manhã desta quinta-feira (9) na rádio Serra FM.

De acordo com o secretário, a possível implantação da unidade está relacionada à presença de organizações criminosas na região, influenciada pela proximidade com a fronteira entre Mato Grosso e Bolívia, área considerada estratégica para atividades ilícitas, especialmente o narcotráfico.

Região de fronteira

A faixa de fronteira entre Mato Grosso e Bolívia é caracterizada por dificuldades de controle. A extensão territorial e a baixa densidade populacional favorecem a atuação de grupos criminosos.

A região é utilizada como rota para o escoamento de drogas, como cocaína e pasta-base, destinadas a mercados no Brasil e no exterior. Esse cenário também está associado a crimes como furto de veículos e circulação de indivíduos considerados de alta periculosidade, com impacto em municípios das regiões oeste, noroeste e sudoeste do estado.

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Relatos de investigações conduzidas pela Polícia Federal do Brasil, Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso e Polícia Militar do Estado de Mato Grosso apontam para a existência de estruturas de apoio logístico aos grupos criminosos, incluindo pistas de pouso clandestinas e atuação de grupos armados.

Estruturação

A eventual criação da vara especializada se insere no processo de reestruturação do TJMT, que tem ampliado a especialização de unidades judiciais para o enfrentamento de crimes complexos.

Nesse contexto, foram implantadas varas criminais especializadas e Núcleos de Inquéritos Policiais (NIPs), com foco em organizações criminosas, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Entre as unidades já estruturadas, destacam-se:

  • Núcleo de Inquéritos Policiais (NIP), em Cuiabá, voltado à análise de investigações envolvendo organizações criminosas;
  • 5ª Vara Criminal de Sinop, com atuação em crime organizado e tráfico de drogas;
  • 3ª Vara Criminal de Barra do Garças, com abrangência regional e foco em organizações criminosas e crimes econômicos;
  • 4ª Vara Criminal de Cáceres, com atuação voltada a crimes relacionados a entorpecentes e à faixa de fronteira;
  • 11ª e 13ª Varas Criminais de Cuiabá, com competências específicas em Justiça Militar e processos envolvendo entorpecentes e cartas precatórias.
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A criação dessas unidades integra a política de priorização do primeiro grau de jurisdição, com o objetivo de dar maior celeridade à tramitação de processos ligados ao crime organizado no estado.

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