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Sapezal, CNP, Diamantino e Tangará estão entre os municípios que mais exportaram em 2025

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Mato Grosso encerrou 2025 como o 4º maior exportador do Brasil, impulsionado pelo desempenho recorde do agronegócio e a ascensão de polos regionais.

O dinamismo do comércio exterior em Mato Grosso ganhou novos protagonistas em 2025. Dados consolidados do sistema Comex Stat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), revelam que quatro municípios da região de Tangará da Serra e do Chapadão dos Parecis se consolidaram entre os maiores exportadores do estado.

Sapezal, Campo Novo do Parecis, Diamantino e Tangará da Serra movimentaram, juntos, um montante de US$ 3,893 bilhões. O desempenho reflete a força da produção de soja, milho e algodão na região Sudoeste, que segue ampliando sua participação no mercado global.

Sapezal, maior exportador da região do Chapadão dos Parecis.

Desempenho Regional e Ranking Estadual: (Veja tabela ao final do texto)

No cenário estadual, embora Sorriso, Rondonópolis e Sinop mantenham a liderança, as cidades do eixo Sudoeste/Parecis garantiram posições de destaque no “Top 15”:

  • Sapezal: 4º lugar
  • Campo Novo do Parecis: 7º lugar
  • Diamantino: 9º lugar
  • Tangará da Serra: 13º lugar
Leia mais:  Redução do IR pode injetar até R$ 1,3 bilhão na economia de Mato Grosso

Projeção Nacional

A pujança mato-grossense não se restringe às fronteiras estaduais. No ranking nacional, Mato Grosso emplacou 12 municípios entre os 100 maiores exportadores do Brasil.

Carro-chefe da pauta exportadora continua sendo o complexo soja, o algodão e o milho, somados à proteína bovina.

Sorriso lidera a comitiva do estado na 19ª posição nacional, seguido por Rondonópolis (24º) e Sinop (38º). O grupo dos 100 maiores do país ainda conta com Matupá, Nova Mutum, Querência, Campo Verde, Canarana e Primavera do Leste, além do quarteto formado por Sapezal, Campo Novo, Diamantino e Tangará. Cada uma dessas cidades registrou embarques que variaram entre US$ 800 milhões e US$ 2,6 bilhões.

Mato Grosso no Cenário Global

Com um volume total de US$ 27,4 bilhões em vendas externas, Mato Grosso consolidou sua posição como a quarta maior força exportadora do país, atrás apenas de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

O “carro-chefe” da pauta exportadora continua sendo o complexo soja, o algodão e o milho, somados à proteína bovina. No destino das mercadorias, a China permanece como o principal parceiro comercial: o país asiático absorveu 41% de tudo o que Mato Grosso produziu para o exterior, totalizando mais de US$ 11 bilhões em compras.

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Redução do IR pode injetar até R$ 1,3 bilhão na economia de Mato Grosso

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A ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda pode elevar em cerca de R$ 1,3 bilhão por ano a capacidade de consumo das famílias em Mato Grosso. A estimativa é do Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT).

De acordo com o estudo, aproximadamente 230,9 mil trabalhadores com renda mensal de até R$ 5 mil deixam de recolher o tributo. Outros 110 mil contribuintes, com rendimentos entre R$ 5 mil e R$ 7.350 mensais, passam a contar com descontos progressivos, conforme dados do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal (CETAD).

Segundo o IPF-MT, a medida gera alívio imediato no orçamento das famílias e tende a estimular a economia local, com reflexos diretos no comércio, nos serviços e no turismo. O aumento da circulação de renda também pode produzir efeitos indiretos sobre o emprego e a arrecadação estadual.

Para a diretora-executiva do Movimento Mato Grosso Competitivo (MMTC), Vanessa Gasch, a atualização da faixa de isenção traz impactos positivos tanto para as famílias quanto para a economia do estado. “Esse valor, antes destinado ao imposto, tende a ser direcionado ao consumo, o que gera um efeito multiplicador e pode, inclusive, ampliar a arrecadação de outros tributos”, afirmou.

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Na avaliação da dirigente, o aumento da renda disponível contribui para a construção de um ambiente econômico mais eficiente. “O aquecimento da atividade econômica e a melhora na renda das famílias impactam a qualidade de vida da população e se tornam fatores considerados por empresas e investidores na decisão de investir”, completou.

A coordenadora de pesquisas do IPF-MT, Laysa Avalos, destaca que a medida atinge parcela expressiva do mercado de trabalho formal no estado. Dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indicam que quase 80% dos vínculos formais em Mato Grosso têm renda mensal inferior a R$ 7.350.

“A ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda representa um avanço na correção da defasagem tributária e eleva a renda disponível das famílias. Esse movimento tende a beneficiar especialmente os setores de comércio e serviços, que dependem da demanda interna para sustentar o nível de atividade”, avaliou.

(Fonte: Assessoria MMTC e Fecomércio-MT)

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