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Workshop Live apresenta estudos dos impactos de hidrelétricas na Bacia do Alto Paraguai; Com opinião

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Acontece hoje o “Workshop Live: Resultados dos Estudos sobre Impactos das Hidrelétricas previstas para a Bacia do Alto Paraguai”. O evento será totalmente on-line entre hoje (terça, 27) e a próxima quinta-feira (29), com transmissão de lives pelo Youtube a partir das 14hs, até às 17hs. (Imagem ao final da matéria)

As Universidades públicas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul – UFMT, UNEMAT, UEMS e  UFMS – estão organizando conjuntamente o evento on-line, com o apoio da Embrapa Pantanal, UEM, UFRGS e UnB. O conteúdo estará disponível nos canais do Laboratório de Ictiologia – UFMS e Peld Pantanal Darp.

É livre a participação dos interessados no tema, assim como acadêmicos de graduação e pós-graduação, docentes, pesquisadores e profissionais que atuam ou tenham afinidade com a área ambiental. As inscrições podem ser feitas pelo link https://forms.gle/YaZBqz2Q1JWwZK599.

O objetivo do evento é apresentar os resultados do Projeto Estudos de Avaliação dos Efeitos da Implantação de Empreendimentos Hidrelétricos na Região Hidrográfica do Paraguai e para Suporte a Elaboração do Plano de Recursos Hídricos.

Esse estudo foi financiado pela Agência Nacional de Águas – ANA, executado pela Fundação Eliseu Alves – FEA e várias instituições parceiras.

Diversos cientistas renomados apresentarão temas relacionados a Hidrologia, Qualidade de Água, Hidrossedimentologia, Ictiofauna e pesca, Conectividade fluvial, Mecanismos de transposição e Socioeconomia, concluindo com a Análise Integrada e Zoneamento.

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Detalhes dos relatórios técnicos dos estudos realizados estão disponíveis no site da Agência Nacional de Águas.

OPINIÃO: Estudos evidenciam forças contrárias ao desenvolvimento

A opinião do site ENFOQUE BUSINESS é que fica evidente o posicionamento contrário destes estudos em relação ao desenvolvimento da região de Tangará da Serra, do estado de Mato Grosso e do Brasil.

Os empreendimentos hidrelétricos, apesar da sua importância estratégica para o país, sofrem fiscalizações acima de qualquer padrão de rigor e são alvos de ataques de ambientalistas e outros grupos distintos.

Na realidade, os empreendimentos de geração de energia da matriz hidráulica sofrem grande pressão para que sejam inviabilizados, assim como ocorre com a logística de transportes, onde as ferrovias e as hidrovias também são alvos de ataques e de todo tipo de interferência para que não sejam realizados.

Estas interferências e dificuldades impostas a estes empreendimentos fundamentais ao desenvolvimento do país podem ser fortes indicativos de que há forças contrárias ao melhor desenvolvimento do Brasil, à melhor competividade das produções agropecuárias, industriais e de comércio e serviços e, também, às melhores condições para atração de investimentos privados.

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Ou seja, os agentes fiscalizadores, em todas as suas esferas, adoram posturas de adversidade aos empreendimentos, e não de orientação para que sejam executados da melhor forma. Coma complemento a estas posturas de adversidades, as ações de ativistas ligados a diversos grupos segmentados promovem verdadeiras cruzadas contra os empreendedores, promovendo manifestações, ameaças de sabotagens e impedindo (com badernas) a realização de audiências.

Os exemplos são as dificuldades de implantação de empreendimentos de geração de energia na região de Tangará da Serra (município de alto potencial de geração de energia), as dificuldades que já estão sendo impostas para a instalação da ferrovia ‘Ferrogrão’ (EF-170) e as dificuldades e interferências que certamente virão quando a hidrovia Paraguai-Paraná (HPP) estiver a ponto de entrar em operação.

É esperar para ver o direcionamento dos trabalhos do workshop que acontecerá a partir das 14hs. O cidadão de bem, aquele que quer ver o país alcançar seu melhor desenvolvimento, com emprego e renda para grandes massas de trabalhadores e famílias, deve assistir e participar e conhecer o real direcionamento dos estudos que serão apresentados.

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Anvisa alerta que testes de covid não detectam anticorpo, nem eficácia das vacinas

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A Anvisa divulgou esta semana um alerta reforçando que testes de covid -19 não comprovam a proteção da vacina. A Agência lembra que estes testes não devem ser usados para medir o nível de proteção contra o coronavírus após as pessoas se vacinarem.

O alerta da Anvisa informa que os testes de identificação da covid-19 registrados no país, vendidos até em farmácia, não tem a finalidade de indicar se a pessoa está protegida do vírus. Só confirma se a pessoa foi infectada ou não. Segundo a agência, esses testes não verificam o nível de proteção que cada pessoa tem contra a doença.

A Anvisa reforça que nenhum teste que detecta a presença de anticorpo (seja neutralizante, IGM, IGG ou outro) dão a garantia de imunidade e nem atestam qualquer nível de proteção contra a covid.

O professor da Universidade de Brasília, Wender Silva diz que, como estes testes não identificam a presença da proteína do coronavírus que a vacina combate, não conseguem medir a eficácia dos imunizantes. O professor Wender Silva reforça que, uma vez aprovadas, não é necessário se preocupar se as vacinas são eficazes e seguras.

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A Anvisa ainda alerta que não existe, até o momento, estudos indicam a quantidade de anticorpos neutralizantes necessária para garantir a proteção contra a covid-19. Esses anticorpos são os que evitam a entrada e multiplicação do coronavírus. E que também é preciso desenvolver outras pesquisas científicas para avaliar qual o grau de proteção é necessário contra a doença.

Para a Agência, ainda é preciso adotar as medidas preventivas contra o coronavírus, com uso de máscaras, higienização das mãos e o distanciamento social, mesmo após a vacinação.

(Agência Brasil)

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