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Economia & Mercado

Uso múltiplo dos reservatórios de PCHs pode gerar emprego e renda e impulsionar turismo

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Os reservatórios artificiais implantados para geração de energia elétrica podem favorecer outros usos e proporcionar oportunidades. Piscicultura, prática de esportes aquáticos, balneabilidade, irrigação, alternativa para abastecimento de água… Estas e outras atividades poder ser contempladas e representar alternativas para exploração turística, emprego e renda.

Em Tangará da Serra, uma audiência pública que acontece nesta terça-feira (23.11) colocará em discussão o EIA-RIMA (Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental) sobre o projeto de construção de três pequenas centrais hidrelétricas (PCH’s) no rio Formoso. Caso os projetos sejam aprovados, o uso múltiplo dos reservatórios poderá entrar em pauta.

Caso os projetos sejam aprovados, o uso múltiplo dos reservatórios poderá entrar em pauta.

O uso múltiplo do reservatório será tema de uma segunda audiência pública, quando entrará em discussão o PACUERA (Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno do Reservatório Artificial). Neste momento, propostas e projetos voltados à exploração turística e produtiva dos reservatórios poderão ser apresentados, principalmente pelo poder público.

No reservatório, a delimitação para o uso múltiplo respeita a demarcação das zonas de uso restrito da água (ZURA) e de segurança da usina (ZSU). Excetuando-se estas duas áreas do lago, tem-se a Zona de Uso Múltiplo da Água (ZUMA).

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A ZUMA contempla as áreas que não apresentam restrições ambientais de uso e que possuam potencialidades para utilização, como a piscicultura, irrigação, abastecimento de água, dessedentação de animais e balneabilidade. Cabe aos órgãos fiscalizadores oficiais regulamentação da ZUMA. Ao empreendedor cabe a anuência dos usos legalmente licenciados para que seja garantida a manutenção da qualidade da água e segurança do empreendimento e dos usuários do reservatório.

Exemplos

Um exemplo de uso múltiplo em Mato Grosso é o Lago de Manso (foto topo: O Globo), represa da hidrelétrica de mesmo nome. Além do controle de cheias na baixada cuiabana, o lago é uma grande atração turística do estado.

Outro exemplo está na Bahia, na hidrelétrica Pedra do Cavalo, no rio Paraguaçu. Lá, além da geração de energia e do controle de cheias nas cidades históricas de Cachoeira e São Felix, o reservatório abastece a população de Salvador, irriga uma grande área agrícola e proporciona lazer, com balneários e pousadas.

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Economia & Mercado

Segundo Fecomércio, décimo terceiro injetará R$ 2 bilhões na economia de Mato Grosso

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Um volume de recursos significativo – cerca de R$ 2 bilhões – circulará pela economia mato-grossense por conta do 13º salário. É o que prevê a Federação do Comércio, Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso (Fecomércio-MT).

A entidade tem uma projeção positiva para este ano e destaca que o avanço da vacinação proporcionou a retomada da economia, quadro que permite uma estimativa de que mais de R$ 2 bilhões serão injetados na economia de Mato Grosso com o pagamento do décimo terceiro.

Estudo

Um estudo prévio da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá identificou que ao receber a primeira parcela do décimo terceiro as pessoas vão priorizar o pagamento das dívidas, outros vão preferir pagar conta e economizar o dinheiro extra.

Pagar dívidas – 32,2%; Fazer novas compras – 23,8%; Economizar 21,7%

“Quem tiver dívida, o ideal é renegociar e pagar esses valores. As pessoas pagando suas dívidas diminuirá a inadimplência e os juros do crédito também devem cair, uma vez que a inadimplência é um dos principais fatores que elevam a taxa de juros”, disse o economista Emanuel Dalbian.

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O levantamento da CDL mostra ainda que a última parcela do décimo terceiro, que costuma sair perto do Natal, será usada pela maioria dos entrevistados para comprar presentes. Mas, é preciso ficar atento com as tentações.

Segundo o economista, a dica é fazer cálculos e ficar de olho nos juros cobrados pelo cartão de crédito.

(Com informações de G1)

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