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Cidades & Geral

Tangará da Serra: Usuários apontam riscos e pedem manutenção e conservação do anel viário

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Usuários do anel viário de Tangará da Serra apontam para a necessidade de manutenção e conservação da pista e do seu entorno. Eles alegam problemas de trafegabilidade e riscos de acidentes em vários pontos da perimetral e pedem atenção do governo estadual, que é responsável pela via.

Os problemas do anel viário vão desde buracos na pista e falta de roçadas nas laterais, até ausência de dispositivos de segurança (como redutores de velocidade) e sinalização nos cruzamentos com as avenidas do perímetro urbano, onde já foram registrados acidentes fatais.

Um dos pontos que oferecem riscos é o entroncamento da Avenida Virgílio Favetti com a perimetral.

Os pontos mais críticos são os entroncamentos com as avenidas Brasil, Ismael José do Nascimento, Virgílio Favetti e no acesso ao bairro Morada do Sol, já na aproximação com a MT-480, região do Loteamento Buritis. Nestes pontos há, além da inexistência de redutores e sinalização, há muitos buracos e má visibilidade, que dificultam o tráfego de veículos.

Cruzamentos com avenidas e matagal às margens representam riscos.

Os empresários que mantém seus empreendimentos no entorno do anel viário demonstram preocupação. “A gente nunca sabe o que pode acontecer, pois é uma pista que tem tráfego pesados e, também, de veículos menores e de motocicletas. É perigoso chegar e sair das empresas e isso vem de muito tempo. Alguém precisa assumir a responsabilidade e resolver estes problemas, seja o governo, sejam outras autoridades”, disse um empresário, que pediu anonimato.

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Segundo informações levantadas pelo Enfoque Business, não há previsão de obras de manutenção no anel viário, ao menos para este início de ano. O que há de mais concreto em relação à perimetral é a inclusão do trecho entre a Lions Internacional e a avenida Ignácio Bittencourt, no conhecido ‘Trevo da Melancia’, para concessão e cobrança de pedágio.

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Cidades & Geral

Meteorologia prevê onda de frio intenso no país; Tangará da Serra poderá ter mínimas de 5°C

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Uma forte e extensa massa de ar frio atinge o Brasil a partir de domingo (15) causando acentuada queda de temperatura em diversas regiões. A partir do dia (16), a massa de ar frio se desloca rapidamente pelo Sul avançando para áreas das regiões Centro-Oeste e Sudeste e, durante à noite, chega aos estados de Rondônia e Acre, causando o segundo episódio de friagem.

Em Mato Grosso, o frio poderá ser recorde a partir da noite de quarta-feira (18), com mínimas de 7°C na capital, Cuiabá, e de 5° C em Tangará da Serra. Na quinta-feira, os termômetros poderão apontar 4°C na cidade da Serra de Tapirapuã (Veja imagem abaixo).

A friagem deverá persistir por até uma semana, segundo previsões nos principais sites especializados em meteorologia do país, como o Clima Tempo, o Cptec/Inpe e o Inmet.

A figura a seguir, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), apresenta a previsão de temperatura mínima no início da manhã dos dias 18 e 19 (quarta-feira e quinta-feira).
Tons em azul e roxo indicam áreas com previsão de temperatura mínima menor que 12°C. Destaque para áreas das Serras Gaúcha e Catarinense e no Planalto Sul do Paraná, sudeste de Minas Gerais e Serra da Mantiqueira onde as temperaturas deverão ser negativas.

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