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Saúde Pública

Tangará da Serra: Leitos de UTI Covid do Hospital Municipal serão convertidos em UTI geral

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A prefeitura de Tangará da Serra transformará os leitos de UTI COVID-19 em leitos de UTI Geral para atender todos os tipos de pacientes, além dos acometidos pela COVID-19, como ocorreu ao longo dos últimos 21 meses de funcionamento.

O anúncio foi feito pelo prefeito Vander Masson, pelo vice-prefeito Marcos Scolari, e pela secretária de Saúde Gicelly Zanatta, na manhã desta quarta-feira, dia 13/04, no interior do Hospital Municipal, durante cerimônia e ato ecumênico que marcaram oficialmente o encerramento dos 10 leitos de UTI COVID-19 na unidade hospitalar.

“Estamos encerrando os atendimentos da UTI exclusiva para COVID-19 (…), vamos transformar esses 10 leitos que eram exclusivos para pacientes com COVID em leitos para receber todos os tipos de pacientes”, disse o gestor.

Vander Masson: Município gestionou junto às esferas estadual e federal de governo para transformar os leitos em UTI Geral.

A ala de leitos de UTI do Hospital Municipal Arlete Daysi Cichetti de Brito foi inaugurada com 10 leitos em 23 de junho de 2020, no início da pandemia, na gestão de Fábio Junqueira, e ampliada para 20 leitos em 2021, já na gestão de Vander Masson. Com o tempo, em razão de declínio da pandemia, houve nova redução para 10 leitos. A programação de encerramento era para o final do ano passado, mas com o advento de uma nova variante do vírus e o aumento no número de casos no mês de janeiro passado, o encerramento das atividades foi reprogramado para o dia 14/04/2022.

Todavia, ao longo desse período, o município gestionou junto às esferas estadual e federal de governo para transformar os leitos em UTI Geral. “Começamos em novembro passado a nos articularmos, já fomos no Governo do Estado, que já encaminhou para Brasília, para o Governo Federal, o pedido para transformarmos esses 10 leitos de UTI-Covid em leitos de UTI convencional”, relatou o prefeito.

Vander destaca ainda que será encaminhado à Câmara Municipal projeto de lei para autorizar contratação de empresa para a gestão dos leitos. Após isso, o município aguardará entre 3 e 6 meses por uma confirmação para que o Governo Estadual assuma os leitos de UTI.

O prefeito destacou, ainda, que Tangará da Serra nunca teve UTI pública geral “(…) e com os equipamentos que nós já temos, o espaço disponível que nós temos, estaremos viabilizando 10 leitos de UTI para receber todos os tipos de pacientes”, anunciou.

(Assessoria, com Redação EB)

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Saúde Pública

Com URA desativada, atendimentos Covid serão nas USFs; Pacientes de UTI serão removidos

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Os pacientes com sintomas de Covid-19 em Tangará da Serra deverão procurar as unidades de saúde da família (USFs, foto topo) para atendimento, e não mais a Unidade Respiratória Ambulatorial (URA), que funcionava no Hospital Municipal Arlete Daisy Cichetti de Brito e agora está desativada.

A medida, anunciada no início da semana pela Secretaria Municipal de Saúde, atende a portaria assinada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que revoga decreto que estava em vigor desde fevereiro de 2020. Assim, fica declarado o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) motivada pela pandemia da Covid-19 no Brasil.

Com a desativação da URA, atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia.

Contudo, os serviços de atendimento de casos relacionados à Covid-19 não deixarão de ocorrer. “A partir de agora os atendimentos passam a ser descentralizados, com os casos leves atendidos nas USFs e os casos mais graves na Unidade de Pronto Atendimento (UPA)”, informou à imprensa local a secretária municipal de Saúde, Gicelly Zanata.

Ainda segundo a secretária, nos casos que exigirem internação do paciente em UTI, estes serão removidos para as unidades ainda mantidas pelo Estado, na região metropolitana de Cuiabá.

A desativação das unidades exclusivas para atendimentos de casos de Covid-19 ocorre em todo o país, conforme determina a mesma portaria do Ministério da Saúde. A decisão leva em consideração, também, o número de atendimentos, que hoje é de apenas 1 a 2 casos diários, em média.

Com a desativação da URA, o atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia. “Essa entrada do Hospital Municipal volta a ser fluxo para a entrada e saída de acompanhantes, visitas dos pacientes, marcar exames para aqueles que não estão na UPA, o eletivo”, acrescenta Gicelly Zanata.

A secretária observa, ainda, que a partir de agora outras áreas serão priorizadas. “Agora nosso foco é instalar o Centro Cirúrgico e UTI, para que nosso hospital comece a fazer cirurgias, sem precisar levar pacientes para outras cidades”, conclui.

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