conecte-se conosco


Cidades & Geral

Tangará da Serra: Calorão agrava crise hídrica e motivará distribuição de caixas d’água

Publicado

As altas temperaturas aliadas à falta de chuvas neste mês de setembro agravam a já severa estiagem vivenciada por Tangará da Serra. O município já adotou rodízio no abastecimento nos diferentes quadrantes da zona urbana e muitos bairros registram falta de água.

Calejados por sucessivos anos de chuvas abaixo da média e o irregular abastecimento de água nos períodos de seca, os tangaraenses veem, neste mês de setembro, cada dia sem chuva com maior apreensão. E as maiores vulnerabilidades aos efeitos da estiagem são, justamente, as famílias economicamente menos favorecidas.

Cidade vive altas temperaturas e escassez de chuvas nesse mês de setembro.

Diante dessa realidade preocupante, a prefeitura, através do Executivo Municipal, apresentou projeto de lei para a aquisição de material de distribuição gratuita de caixas d’água para distribuição às famílias carentes, que não possuem reservatório em casa ou possuem caixas pequenas, para o enfrentamento da crise hídrica.

De acordo com o prefeito Vander Masson, o projeto, que será votado pela Câmara Municipal, visa contemplar e minimizar os impactos da crise hídrica aos tangaraenses. “Estamos destinando esse recurso que será suficiente para adquirir e distribuir à população mais de 500 caixas d’água de mil litros. É uma medida emergencial para minimizar os efeitos da seca pela qual estamos passando”, disse o gestor.

Leia mais:  Clubes de Serviço: Rotary de Tangará da Serra iniciam nesta quinta-feira as trocas de diretorias

No total, o Projeto de Lei 123/2021 – que começa a tramitar na Câmara Municipal nesta terça-feira (14) – prevê a destinação de R$ 240 mil para a compra de caixas d’água (reservatórios). A Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS), Gabinete de Políticas Públicas para Mulheres (GPM), o Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (SAMAE) e Secretaria de Saúde coordenam o projeto.

De acordo com o diretor do SAMAE, Heliton Luiz de Oliveira, a autarquia está fazendo levantamento das famílias que serão contempladas. Os critérios para a seleção ainda serão definidos, mas a meta é priorizar famílias de bairros com maior índice de falta d’água, que possuam reservatório pequeno ou não possuam caixa d’água.

No município já vigora decreto de emergência em razão da seca através do Decreto Municipal 374, de 23 de agosto de 2021, homologando o pelo Decreto Estadual 1.097, em 03 de setembro, reconhecendo a situação emergencial.

(Redação EB, com Assessoria)

publicidade

Cidades & Geral

Feira do Centro oferece duas atrações típicas do Brasil e valiosas para a saúde e a culinária

Publicado

Domingo, como reza a tradição, é dia de Feira em Tangará da Serra. E dois produtos muito atrativos na Feira do Produtor do Centro são as castanhas de caju e do Pará. As duas são alimentos saudáveis e compõem receitas extraordinárias, como nos links ao final do texto.

A castanha-do-pará é rica em proteínas, fibras, selênio, magnésio, fósforo, zinco e vitaminas do complexo B e vitamina E. Também fornece antioxidantes ao organismo, promovendo a diminuição do colesterol total. Melhora o sistema imunológico e ajuda a prevenir alguns tipos de câncer, como de mama, próstata e cólon.

Contribui para a saúde do cérebro e mantém o cabelo e as unhas saudáveis. Reduz a pressão alta, ajuda a regular a tireoide e é excelente fonte de energia.

Já a castanha-de-caju vem do fruto do cajueiro e é rica em antioxidantes, gorduras boas e minerais. Ajuda a prevenir o desenvolvimento de doenças do coração e anemia, além de melhorar a saúde da pele, unhas e cabelo. Segundo especialistas, consumir cerca de 30 gramas de castanha de caju por dia é uma alternativa para complementar os nutrientes consumidos diariamente.

Leia mais:  Crédito de R$ 200 mil para serviços cartorários viabilizará escrituração de área do aeroporto

Castanhas nos boxes

A castanha-do-pará oferecida na Feira do Centro é proveniente da região de Juína e de outras cidades e localidades da região norte do estado. Já a castanha de caju vem, principalmente, da região Nordeste do Brasil.

São comercializadas em vários boxes do setor de hortifruti, em especial nos boxes 16-C, de Elieder Santos; 21-A, de Francisco da Silva; 23-A, de Eliane Resende; e 42-A, de Elton Pereira.

Veja, a seguir, receitas com as duas castanhas:

https://www.receiteria.com.br/receitas-com-castanha-do-para/

https://www.receiteria.com.br/receitas-com-castanha-de-caju/

Continue lendo

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana