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Tangará da Serra: Abastecimento entra em colapso e obriga Samae a replanejar distribuição

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Após anunciar um cronograma com apenas dois abastecimentos semanais nas diversas localidades da área urbana de Tangará da Serra, o Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) anunciou nesta sexta-feira (19) um replanejamento da distribuição de água na cidade.

(Veja, no final do texto, o novo cronograma e a lista de poços para abastecimento de água)

A motivação é a insuficiência de chuvas, que acarretou estresse hídrico nos mananciais que abastecem a cidade – o rio Queima Pé e os córregos Figueira, Uberabinha e Russo.

Além da estiagem, o município enfrenta dificuldades em contratar caminhões-pipa para transposição de água bruta do rio Sepotuba para a Estação de Captação, Tratamento e Distribuição (ETA) no Queima Pé, além das licitações frustradas para perfuração de novos poços artesianos na cidade.

Represas da ETA Queima-Pé estão praticamente secas.

Em coletiva de imprensa concedida na manhã desta sexta-feira, no plenário da Câmara Municipal, o prefeito Vander Masson (PSDB) e o diretor do Samae, Heliton Luiz Oliveira, informaram a revisão do planejamento que prevê dois dias de abastecimento semanais nas localidades urbanas. Com a entrada em colapso do abastecimento, as distribuições previstas para esta sexta-feira (19) e para o final de semana foram suspensas e sofrerão alterações. (Veja, ao final do texto)

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Os bairros mais afastados da área central já passam por dificuldades ainda maiores. Estes serão abastecidos conforme o novo planejamento, com complementação por caminhões-pipa.

O prefeito Vander Masson anunciou, também, a colaboração de propriedades rurais, que cederão seus caminhões-pipa para a municipalidade proceder no abastecimento de água nos bairros e na transposição do Sepotuba para a ETA Queima Pé. Além disso, o município informará, no site do Samae, os poços artesianos com disponibilidade de água para a população.

Veja, a seguir, o novo cronograma de abastecimento e a lista de poços artesianos disponíveis.

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Cidades & Geral

Centro de Eventos: Ajustes no projeto e divergência forçaram paralização; Obras prosseguem

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A paralisação verificada esta semana nas obras do Centro de Eventos, em Tangará da Serra, foram motivadas por ajustes no projeto e divergência funcional. Uma equipe de técnicos, com um engenheiro, esteve ontem na cidade para regularizar as duas situações e dar prosseguimento às obras.

Segundo o secretário municipal de Turismo, Wellington Rondon, a equipe informou que a cobertura será toda pré-moldada, com fabricação das estruturas em Cuiabá. “Houve ajustes no projeto e começaram a fabricação”, disse o secretário, conforme as informações que recebeu.

Equipe da empreiteira responsável pelas obras avalia adequações no projeto do Centro de Eventos (Foto: SEDEC/SEADTUR).

Outro problema que forçou a paralisação temporária das obras – segundo informações repassadas pelo secretário de Indústria e Comércio do município, Silvio Sommavilla – diz respeito a divergências funcionais com um colaborador, que acabou sendo substituído pela empreiteira.

Obra

O Centro de Eventos de Tangará da Serra está sendo construído pelo Governo do Estado de Mato Grosso, através da SEDEC/SEADTUR, com recursos do Programa de Desenvolvimento Sustentável de Turismo (PRODESTUR), via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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Novela

Com projeto concebido e aprovado em 2012 e obras iniciadas em 2016, o Centro de Eventos de Tangará da Serra teve suas obras paralisadas por diversas vezes, seja por ineficiência e atrasos nos repasses do governo à empresa responsável, seja por problemas técnicos das empreiteiras.

Desta vez, a paralisação foi motivada por necessidade de ajustes no projeto, mas terão continuidade.

Estrutura

O Centro de Eventos representará uma nova fase para Tangará e região no turismo de negócios. Os grandes eventos voltados a qualquer setor (agropecuária, indústria, tecnologia, serviços, educação, meio ambiente, etc.) proporcionarão fluxos importantes de visitação aos pontos turísticos existentes no município.

Com uma área física projetada de 3,8 mil metros quadrados e capacidade para comportar até oito eventos simultâneos, o Centro de Eventos terá estrutura interna com ilhas de WC, cozinha, varanda de serviços, depósitos, dependência administrativa, área para carga e descarga e espaço para câmara fria. Haverá, também, uma área externa de 9 mil metros quadrados para eventos como o Carnaval e outros de grande porte. O estacionamento contará com cerca de 450 vagas.

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A gestão do espaço e a captação de eventos deverá ser de responsabilidade um ‘convention bureau’, espécie de autarquia formada por representantes do trade turístico e do poder público.

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