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Sistema de semáforos contará com investimentos de R$ 5,6 milhões e sala de monitoramento

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Com o objetivo de modernizar o trânsito de Tangará da Serra, a prefeitura contratou empresa especializada para prestação de serviços e fornecimento de controladores semafóricos inteligentes, além de remanejamento de cruzamento semafórico e locação, implantação, operação e manutenção da central no modo assistido.

O anúncio ocorreu na entrevista coletiva desta quinta-feira (17).

O anúncio ocorreu na entrevista coletiva desta quinta-feira, através do prefeito Vander Masson, o secretário de Infraestrutura, Marcos Scolari, e o chefe de Transportes Aéreos e Viários da Sinfra, Wilker Corrêa. Na oportunidade, eles detalharam as principais mudanças que estão ocorrendo no sistema de semáforos localizados em diversas ruas e avenidas da cidade. “O objetivo é dar mais fluidez ao nosso trânsito, aumentar a mobilidade urbana e principalmente mais segurança à nossa população”, disse o prefeito.

Modernização e investimento

Os semáforos estão passando por modernização e manutenção, para melhorar os serviços prestados. Terão software de gerenciamento e câmera para controle do tráfego de forma inteligente, com Central de Tráfego para gestão de controladores em tempo real instalada no prédio da antiga prefeitura.

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Todos os semáforos da cidade já estão funcionando interligados a esse sistema inteligente, que faz a medição do fluxo e se ajusta automaticamente para dar maior fluidez ao trânsito.

Segundo o prefeito Vander Masson, a cidade receberá um conjunto de 28 novos semáforos para instalação principalmente na área central. Para estas instalações haverá um investimento de R$ 5,6 milhões. O custo médio de cada conjunto gira em torno de R$ 150 mil a R$ 200 mil.

Remanejamento

Está havendo também o remanejamento de um semáforo que havia sido instalado na Vila Goiânia (na entrada da cidade em local onde não tinha utilidade) para o cruzamento da Rua 12 com a Avenida Ismael José do Nascimento (Rua 01), esquina da Unimed, onde há grande fluxo de veículos, especialmente nos horários de pico, e remanejamento do semáforo, que ficava em frente ao Centro Municipal de Ensino Ayrton Senna, para o cruzamento da Avenida Tancredo Neves com a Rua 7-A.

Outras mudanças

O prefeito anunciou também que outras mudanças serão promovidas no trânsito da cidade, com a implantação de novos conjuntos semafóricos, faixas de pedestres em diversos pontos e criação de artérias viárias que darão mais mobilidade e fluidez ao trânsito da cidade.

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(Redação EB, com Assessoria)

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Caldo de cana na Feira do Centro, um brinde à história e à geração de emprego e renda

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Amanhã, quarta-feira, é mais um dia de Feira. Em Tangará da Serra, a Feira do Produtor do Centro nos brinda todas as semanas com bebidas produzidas a partir de itens que fazem parte da História do Brasil e continuam movimentando a economia, gerando empregos e estrelando grandes negócios internacionais.

E, em se tratando de bebidas, o Brasil é um dos países com uma das maiores variedades no mundo.

É claro que quando se fala em tradição em bebidas, logo nos vem à mente o café, histórica commodity que forma uma cadeia econômica de grande peso na balança comercial do país. Lembram do “Ciclo do Café”, conteúdo que invariavelmente caía nas provas de História do Brasil e que registrou em nossas mentes o protagonismo do produto por treze décadas na atividade econômica nacional, entre os anos de 1800 e 1930?

Mas e o que falar da cana-de-açúcar? Esta gramínea (acreditem) nativa da Nova Guiné, na Oceania, chegou ao Brasil trazida pelos portugueses em no ano de 1520 e logo se transformou numa força econômica do então Brasil Colônia, sucedendo ao ciclo do pau-brasil.

Caldo na Feira

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A cana-de-açúcar – ou melhor, o caldo de cana – é uma das atrações da Feira do Produtor do Centro. No box 87-C, os feirantes Elizeu e Elivânia Grinivald servem um generoso caldo de cana, no copo, para beber na hora, ou em garrafas pet, para levar para casa.

Benéfico à saúde humana, o caldo de cana é muito útil na prevenção e tratamento da dor de garganta, resfriado e gripe. Sua natureza alcalina ajuda na luta contra o câncer (especialmente de próstata e câncer de mama), reforça o estômago, rins, coração, olhos, cérebro e órgãos sexuais.

Mas, sabores e benefícios à parte, o caldo de cana leva a uma reflexão sobre o que significou a cana-de-açúcar para o Brasil e o que ela representa hoje para o país, para Mato Grosso e para nossa região.

História e economia

Região sudoeste do estado é grande produtora de cana-de-açúcar.

O ciclo do açúcar – ou ciclo da cana-de-açúcar – foi um período da história do Brasil Colônia compreendido entre meados do século XVI e meados do século XVIII. O açúcar representou a primeira grande riqueza agrícola e industrial do Brasil e, durante muito tempo, foi a base da economia colonial e uma das maiores atividades econômicas do mundo ocidental.

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Até hoje a cana-de-açúcar encabeça um importante segmento da economia brasileira, perfazendo uma grande cadeia.

O agronegócio sucroalcooleiro fatura, direta e indiretamente, cerca de R$ 40 bilhões por ano, o que corresponde a aproximadamente 2,35% do PIB nacional. É, também, um dos setores que mais empregam no país, com mais de 3,6 milhões de empregos diretos e indiretos, e reúne mais de 72.000 agricultores.

Região polarizada por Tangará da Serra conta com quatro grandes usinas de açúcar e álcool.

Na última safra, Mato Grosso somou mais de 260 mil hectares de lavoura canavieira, com uma produtividade média de 78 toneladas/hectare, totalizando 20 milhões de toneladas e um valor de produção de R$ 1,5 bilhão, segundo dados do IBGE. Toda a cadeia da cana-de-açúcar no estado gera cerca 30 mil postos de trabalho.

Na região, as lavouras canavieiras fornecem a matéria prima para a produção de açúcar, etanol, álcool gel e, também, energia elétrica a partir da biomassa da cana.

Neste rico segmento, os destaques são as plantas industriais das usinas Uisa, em Nova Olímpia (a maior usina de álcool e açúcar do Centro Oeste do Brasil); a Barralcool, em Barra do Bugres; a Coprodia, em Campo Novo do Parecis; e a Libra, em São José do Rio Claro.

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