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Segunda onda da pandemia e escassez de chuvas serão desafios no primeiro ano das novas gestões

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As gestões que iniciarão em 1º de janeiro deste ano em Mato Grosso terão de encarar dois grandes desafios: a segunda onda da pandemia da Covid-19 e a escassez de chuvas.

A ameaça da segunda onda vale para todo o Mato Grosso, enquanto a escassez de chuvas pode comprometer o setor de abastecimento de água na metade sul do estado, como já vem acontecendo em Tangará da Serra, principal município da região sudoeste mato-grossense.

Estação de Captação, Tratamento e Distribuição de Água (ETA), no rio Queima Pé, em Tangará da Serra: Estiagem motiva racionamento.

Mesmo que a licitação do sistema de captação e adução de água do rio Sepotuba se concretize ainda este ano, as obras levarão meses para serem concluídas. Ou seja, se a escassez de chuvas persistir, Tangará da Serra poderá vivenciar em 2021, novamente, uma crise no abastecimento igual ou pior da já vivenciada neste ano de 2020, que já motiva racionamento.

Covid-19

Desde setembro, Mato Grosso assiste a uma curva decrescente na pandemia, com redução no número de novos casos diários, menor índice de ocupação de leitos de hospitais e alta no percentual de recuperados da doença.

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Por enquanto, a curvas decrescentes se mantém na região metropolitana de Cuiabá e também, na região sudoeste, especialmente em Tangará da Serra, Barra do Bugres, Nova Olímpia, Campo Novo do Parecis e Sapezal.

Por enquanto, novos casos e Internações por Covid-19 estão em curva decrescente em Mato Grosso. Nova onda, porém, é iminente.

Ao mesmo tempo, o temor de alteração neste quadro se baseia em notícias nada animadoras que vêm de outros estados. Seguindo o que já acontece na Europa e na América do Norte, a doença voltou a apresentar índices de alta no Brasil, que já mostra, em novembro, aumento do número de casos superior a 50% em relação às médias registradas duas semanas atrás. Há, também, notícias de recrudescimento da pandemia em estados como Goiás, Amazonas, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.

Mesmo que vacinas sejam disponibilizadas nos próximos meses no Brasil, os impactos da iminente segunda onda da doença causada pelo novo coronavírus serão sentidos logo de cara na saúde pública e, sequencialmente, na economia, devido à necessidade de maior rigor no distanciamento social e em caso de lockdown.

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A iminência de uma nova onda da pandemia indicará uma nova fase impactante nas atividades econômicas – especialmente na indústria, no comércio e no setor de serviços – e, por consequência, nas contas públicas.  “No momento certo, vamos estudar, em conjunto com o governo, um caminho. Não temos, agora, uma posição concreta”, informa Carlos Abijaodi, diretor da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que já propõe ao governo a expansão do crédito para micro, pequenas e médias empresas, entre outras medidas.

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Tangará da Serra: Aulas da rede municipal começam dia 1º no formato online e apostilado

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Cerca de 13,8 mil alunos da rede municipal de ensino retornarão às aulas no próximo dia 1º, em Tangará da Serra. A informação foi repassada pelo secretário municipal de Educação, Vagner Constantino Guimarães, em entrevista coletiva concedida ao final da tarde desta segunda-feira (18), juntamente com o prefeito Vander Masson (PSDB).

As instruções serão na modalidade online e apostilada, no ensino infantil ao 9º ano. O calendário inicial deste ano letivo inclui as 76 horas remanescentes da carga de horas-aula de 2020, que ficaram pendentes em razão da pandemia do novo coronavírus.

Segundo o secretário, a modalidade híbrida de ensino – que combina o formato online e apostilado com o presencial – poderá ser adotado em março. “Para isso, vamos consultar o Comitê (Interinstitucional de Controle e Monitoramento ao Coronavírus) e, se possível, iniciar (o formato híbrido) em março”, disse Vagner Constantino, destacando que tudo irá depender da situação da pandemia.

A retomada das atividades dos 13,8 mil alunos representará o envolvimento de 990 profissionais (entre estes, 529 professores) da Educação lotados na rede municipal, que engloba 37 escolas.

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As matrículas seguem em aberto, com expectativa de que mais de 90% das vagas nas escolas municipais estejam preenchidas até a próxima sexta-feira (22).

Outras medidas

Vagner: Consulta ao Comitê sobre modalidade híbrida a partir de março.

Além da retomada das aulas, a secretaria realizará a escolha dos novos diretores e coordenadores das escolas através de processo democrático. Haverá, também, uma reestruturação administrativa e readequação do transporte escolar. “Queremos atender a totalidade da nossa demanda, ou seja: todos os alunos que precisam de transporte escolar”, projetou o secretário.

A Secretaria Municipal de Educação trabalhará este ano no aumento da oferta de vagas na educação infantil, com reforma e ampliação de creches. Uma das novidades neste setor é que o município receberá do estado a devolução da estrutura da Escola Estadual Bento Muniz, que será destinada à educação infantil.

Também haverá reformas e ampliações de escolas nas áreas urbana e rural e a instalação da Escola Militar. Neste caso, o primeiro espaço será a Escola Emanuel Pinheiro, de onde a estrutura militar será transferida para a Escola Antônio Casagrande (atual CEJA), que será reformada e ampliada.

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Por fim, para atender à demanda do ano letivo, a Secretaria de Educação do município pedirá o retorno de 50 profissionais da pasta atualmente cedidos à Secretaria Municipal de Saúde em razão do combate à pandemia.

Também será realizado processo seletivo para contratação temporária de aproximadamente 110 profissionais entre professores, merendeiras, agentes administrativos, serviços gerais, auxiliares de educação infantil e auxiliares de educação especial.

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