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Setor Público & Agentes

Samae propõe parceria com MT PAR para investimento no sistema de adução de água do Sepotuba

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Um convênio entre o Governo de Mato Grosso, por meio da MT PAR, e Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) de Tangará da Serra poderá ajudar a solucionar de vez o problema da insuficiência de água na cidade.

Na última segunda-feira (03), o diretor do Samae, Heliton Luiz de Oliveira, solicitou o apoio da MT PAR para a realização da obra de captação e adutora no Rio Sepotuba. O pedido conta com a anuência do prefeito Vander Masson (PSDB).

A captação de água do rio Sepotuba é apontada como solução definitiva para evitar o desabastecimento de água no período de estiagem. O sistema de adução consiste numa adutora de 16 quilômetros do rio Sepotuba até a Estação de Tratamento de Água – ETA Queima Pé.

Requerimento foi entregue ao presidente da MT Par, Wener Santos (esq.) pelo diretor do Samae, Heliton Oliveira.

A obra está estimada em R$ 22 milhões e o município, através do Samae, propõe um convênio com o governo para que ao menos parte desse montante seja disponibilizado pelo Estado.

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“A captação e a construção da adutora é uma obra de grande porte. Há um desnível de 150 metros, e necessitamos de parte dos recursos financeiros para executá-la. Tenho certeza que com o apoio do governador Mauro Mendes, por meio da MT PAR, e da atenção dada à causa pelo presidente Wener Santos, vamos acabar de vez com esse problema que há ambos vem sendo enfrentado pela população tangaraense”, disse o diretor.

Só no ano de 2020, o SAMAE solicitou à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) a autorização para a perfuração de dois novos poços artesianos na cidade. Também foram empregados 26 caminhões pipa em ações de combate à estiagem. À época o Executivo Municipal decretou situação de emergência e moradores precisaram fazer o racionamento de água.

Conforme o prefeito Vander Masson, essa é uma situação que perdura por anos e será prioridade em sua gestão. “Temos conversado com Governo, deputados e com o MT PAR para resolver este problema. Não queremos soluções emergenciais, queremos resolver definitivamente”, disse.

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(Redação EB, com Assessoria)

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Senador quer saída da Odebrecht do quadro da Rota do Oeste para garantia do ‘plano de cura’

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Em reunião com a diretoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o senador Carlos Fávaro (PSD-MT) defendeu a exclusão da Odebrecht do controle acionário da Rota do Oeste, empresa concessionária responsável pela BR-163. No encontro, realizado nesta terça-feira (11), o parlamentar recebeu informações sobre o “plano de cura” do contrato, que estabeleceu novos prazos para a conclusão das obras da rodovia, que já deveriam estar prontas.

Fávaro destacou que a manutenção da Odebrecht no quadro societário da Rota do Oeste pode impedir a realização de operações de crédito e inviabilizar o repasse de recursos para que as diversas obras de infraestrutura previstas no contrato de concessão enfim saiam do papel. “Fiz esta recomendação porque entendo ser necessário sangue novo neste contrato, já que o ‘plano de cura’ vai salvar o contrato. Não podemos correr o risco de ter uma empresa velha, contaminada no mercado, que atrapalhe a concessão de créditos e de novo a rodovia passe a não ter obras”.

Fávaro: Não podemos correr o risco de ter uma empresa velha, contaminada no mercado, que atrapalhe a concessão de créditos e de novo a rodovia passe a não ter obras”.

O senador explicou que, em paralelo com o chamado “plano de cura”, tramita um processo de caducidade, ou seja, o rompimento do contrato por não cumprimento das cláusulas previstas. “Neste momento, tudo indica que será possível salvar o contrato, mas se este salvamento não ocorrer, poderemos seguir com a caducidade”. Para o parlamentar, não há nenhuma outra possibilidade que não assegure a realização das obras, seja com o contrato de concessão vigente, ou com um novo acordo.

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A ANTT se manifestou de forma favorável ao plano apresentado pela Rota do Oeste, prevê a troca do controle acionário e entrada de novo investidor para continuidade das obras, com investimentos da ordem de R$ 3,2 bilhões nos próximos cinco anos. “Espero que tudo isso se concretize de forma rápida, porque enquanto isso não ocorre, perdemos amigos, familiares, trabalhadores, vítimas da ausência das obras, necessárias para darmos segurança a todos”.

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