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SAMAE descarta Russo e Estaca e prioriza poços artesianos; Projeto Sepotuba será readequado

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A água de poços artesianos será a alternativa para o enfrentamento do período de estiagem que já se avizinha neste ano de 2021, em Tangará da Serra. É o que afirma o diretor do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae), Heliton Luiz de Oliveira.

Segundo o diretor, a perfuração de poços artesianos (foto acima) é um processo que se encontra em estágio avançado pela autarquia, que avalia estes sistemas como importantes reforços para o abastecimento de água na zona urbana.

Além dos poços, Heliton afirmou que o Samae trabalha na instalação de, ao menos, dois grandes reservatórios, cada um com três milhões de litros e com localização em pontos estratégicos da cidade.

Samae projeta instalação de mais dois grandes reservatórios de água tratada.

“Estas serão as nossas alternativas para amenizar os efeitos da próxima estiagem”, disse, referindo-se aos poços e aos reservatórios, descartando a captação nos rios Russo e Estaca. “Já fizemos o estudo e constatamos que captar água no Russo e no Estaca seria inviável. Os valores são altos demais para duas fontes que não nos serão suficientes”, afirmou, em contato com a redação do Enfoque Business.

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Sepotuba

Quanto ao sistema de captação do rio Sepotuba, Heliton de Oliveira disse que o projeto está sendo reavaliado e deverá sofrer uma redução para 40% do valor (menos da metade) orçado anteriormente, em torno de R$ 40 milhões.

Mesmo com a readequação do projeto, a tendência é que o sistema Sepotuba seja licitado nos próximos meses, com início das obras ainda este ano. “Estamos readequando esse projeto para que o sistema atenda às nossas necessidades, porém de uma forma mais econômica”, concluiu.

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Mato Grosso recebeu R$ 5 bilhões da União em 2020; Quase 30% em ‘auxílio pandemia’

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Mato Grosso recebeu pouco mais de R$ 5 bilhões em transferências da União no ano de 2020. É o que consta em documento enviado pelo Ministério da Economia ao senador Carlos Fávaro (PSD-MT), que havia solicitado a informação. O montante representa menos de 30% dos valores apontados em publicações nas redes sociais e que circulam em aplicativos de trocas de mensagens.

(Veja quadro ao final do texto, com o detalhamento dos valores)

Nos R$ 5,044 bilhões enviados para o Estado estão incluídas transferências constitucionais e legais, que devem ser feitas de forma obrigatória, e somam R$ 4,695 bilhões. O restante é formado por transferências discricionárias, que não necessitam de legislação específica e incluem as emendas parlamentares.

Informações foram encaminhadas ao senador Carlos Fávaro pelo Ministério da Economia.

Fávaro explica que a busca por informações junto ao Ministério da Economia se deu depois que passaram a circular em grupos de aplicativos de trocas de mensagens valores que não condizem com a realidade. “Começamos a receber mensagens afirmando que o Estado havia recebido R$ 19 bilhões. Então, como uma das prerrogativas dos parlamentares é a fiscalização dos recursos, solicitei ao ministro Paulo Guedes o detalhamento dos repasses”. O documento foi protocolado em 26 de março.

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Para efeito de comparação, o orçamento anual de Mato Grosso do ano passado foi de R$ 20 bilhões. “Se esta informação que circulava fosse verdadeira, significaria que o Estado recebeu, em recursos da União, quase que a totalidade das suas receitas, o que, claro, não é verdade”, pontua o senador.

Entre as transferências constitucionais estão R$ 420 milhões do Auxílio Financeiro para Fomento das Exportações (FEX), R$ 29 milhões da Lei Adir Blanc e R$ 1,4 bilhão em recursos para o auxílio financeiro diante da perda de arrecadação gerada pela pandemia da Covid-19, valor reajustado por conta de uma emenda apresentada por Fávaro no Senado. “Além deste aumento, a emenda elevou em 14 vezes o valor enviado aos municípios mato-grossenses”, ressalta o parlamentar.

(Assessoria)

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