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Saca da soja vai a R$ 204, mas produtor aguarda; No MT, preços chegam a R$ 185

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O retorno do Ano Novo Chinês e o tempo seco na Argentina continua a refletir em alta dos futuros na CBOT, que por sua vez puxa os preços para cima no mercado físico brasileiro. Em Paranaguá/PR, a oleaginosa é comercializada na média de R$ 194,00/sc.

As exportações de soja perderam tração neste início de mês com 370,88 mil toneladas embarcadas, redução de 24,89% no ritmo diário de embarque comparado à semana retrasada, sendo 92,72 mil toneladas carregadas diariamente nos navios. O volume exportado na 1ª semana de fev/22 representa 14,02% de todo volume despachado em fev/21.

Em Mato Grosso, os produtores estão positivos com o preço da saca de soja. O valor está em R$ 160, com previsão de entrega após a colheita até março, aponta o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). O número é superior ao do ano passado, quando a saca custava R$ 150.

De acordo com o Imea, cerca de 50% da safra 21/22 já foi comercializada pelos agricultores. Em janeiro de 2021, este dado era menor, apenas 15,95% tinha sido vendida.

Leia mais:  Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

Contudo, o produtor segue cauteloso e aguarda para ver até onde os preços irão. O excesso de chuvas trava a colheita e limita a oferta, completando o cenário de morosidade da comercialização.

Cotações pelo Brasil

Passo Fundo (RS): a saca de 60 quilos subiu de R$ 202,00 para R$ 204,00; Região das Missões (RS): a cotação passou de R$ 200,00 para R$ 203,00; Porto de Rio Grande (RS): o preço avançou de R$ 198,00 para R$ 200,00; Porto de Santos (SP): a saca se manteve em R$ 197,00;  Cascavel (PR): o preço aumentou de R$ 191,00 para R$ 193,50 a saca; Porto de Paranaguá (PR): a saca avançou de R$ 196,00 para R$ 198,50; Rondonópolis (MT): a saca passou de R$ 181,00 para R$ 185,00; Dourados (MS): a cotação subiu de R$ 182,00 para R$ 190,00; Rio Verde (GO): a saca subiu de R$ 180,00 para R$ 183,00.

(Fonte: Compre Rural)

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Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

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O Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de pessoas até 2025 para atender necessidades projetadas pelas indústrias, de forma a repor inativos, atualizar funcionários ou preencher as novas vagas programadas para o setor. É o que prevê o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, divulgado hoje (16) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Deste total, dois milhões precisarão de qualificação visando formação inicial para a reposição de inativos ou para o preenchimento de novas vagas. Os 7,6 milhões restantes serão via formação continuada para trabalhadores que precisam se atualizar para exercer funções.

Segundo a CNI, “isso significa que 79% da necessidade de formação nos próximos quatro anos serão em aperfeiçoamento”.

Cadeia produtiva

De acordo com a entidade, essas projeções têm por base a necessidade de uso de novas tecnologias e mudanças na cadeia produtiva que tanto influenciam – e transformam – o mercado de trabalho. Assim sendo, acrescenta a CNI, cada vez mais o Brasil precisará investir em aperfeiçoamento e requalificação.

O levantamento hoje divulgado, feito pelo Observatório Nacional da Indústria, tem por finalidade identificar demandas futuras por mão de obra e orientar a formação profissional de base industrial no país.

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As áreas com maior demanda por formação são transversais (que permitem ao profissional atuar em diferentes áreas, como técnico em segurança do trabalho, técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento e profissionais da metrologia, por exemplo), metal mecânica, construção, logística e transporte, e alimentos e bebidas.

(Agência Brasil)

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