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Região terá calor acima dos 40°C; Meteorologia prevê chuvas volumosas até dezembro

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Mato Grosso ainda enfrentará entre 20 e 30 dias de estiagem, mas a estação chuvosa já se avizinha. Em Tangará da Serra, o final de semana será de calor de 38°C e mínimas ao redor dos 15 graus celsius até o próximo domingo.

Porém, a partir da próxima semana, os termômetros subirão e o calor poderá chegar, na quarta-feira (25) aos 42°C no alto da Serra de Tapirapuã. O calorão também se abaterá sobre Tangará da Serra à noite da mesma quarta-feira, com temperaturas de até 27 graus celsius. A umidade relativa do ar segue muito baixa, entre 15% e 38%.

O calor da próxima semana poderá se converter em chuva, porém em pequeno volume, com precipitações previstas para a próxima sexta-feira (27) e no sábado.

As previsões climáticas são muito semelhantes na faixa em cidades como Campo Novo do Parecis, Cáceres e Cuiabá. Em Nova Olímpia e Barra do Bugres também fará calor, mas não há previsão de chuvas, ao menos por enquanto.

Chuvas em excesso

Chuvas em grande volume estão previstas para o último trimestre do ano.

A partir da primeira quinzena do próximo mês deve chover, encerrando ciclo de vários meses sem chuvas no Estado.

Entre outubro e dezembro, por outro lado, a previsão é de excesso de chuvas, conforme o meteorologista, professor e pesquisador da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Luiz Carlos Molion, durante palestra sobre perspectivas climáticas.

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Segundo publicado no site Só Notícias, de Sinop, Molion também abordou as previsões para as chuvas no período de safra em Mato Grosso. “O volume de chuva estará em torno de 700 a 750 milímetros no acumulado, o clima deve ser muito propício (para a safra 2021/2022)”, declarou Molion, durante 1º Simpósio Técnico Aprosoja, realizado pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja).

O pesquisador explicou ainda, que a média de água para uma boa safra é cerca de 600 milímetros. “A minha preocupação é que se chover muito, quando for janeiro a março de 2022, pode atrasar a colheita e prejudicar a safrinha. Se chover muito no primeiro trimestre do ano que vem pode prejudicar a colheita, mas chuva posso garantir que não vai faltar”, declarou Molion.

Se chover muito no primeiro trimestre do ano que vem pode prejudicar a colheita, mas chuva posso garantir que não vai faltar”.

De acordo com o meteorologista, os mapas avaliados este mês mostram que o oceano Atlântico está aquecido e ele é uma grande fonte de umidade concentrada que pode ser convertida em chuva em Mato Grosso e na Amazônia como um todo.

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De acordo com a agrônoma e gerente de Defesa Agrícola da Aprosoja, Jerusa Rech, os produtores do Estado estão prestes a iniciar a próxima safra a partir do dia 16 de setembro, com o fim do vazio sanitário. E liberados para plantar é que entram os desafios da cultura de soja e milho.

“O professor Molion já faz parte do nosso cenário, esta já é a quarta vez que ele trabalha conosco para falar sobre as perspectivas climáticas para o início da safra. Ele tem sido muito assertivo em suas colocações, o que traz mais segurança ao produtor rural para ele tenha uma ideia de como conduzir o plantio da soja e do milho”, disse Jerusa.

A agrônoma disse também que, todas essas temáticas são debatidas no Simpósio Técnico Aprosoja, principalmente as que envolvem as condições climáticas. “No decorrer da safra o clima afeta diretamente a questão de pragas e ocorrências de doenças, que são fatores determinantes para uma boa condução no plantio”.

O vice-presidente da Aprosoja, Lucas Costa Beber, o professor e doutor Molion é uma pessoa renomada com vários estudos baseados no fator climático e tem acertado muito. “Ano passado ele trouxe previsões que incomodaram os produtores, por conta da falta de chuva, e esse ano ele veio novamente apresentar aos agricultores as previsões climáticas para que possamos nos planejar para a próxima safra”, declarou.

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Brasnorte: Ação na Justiça requer devolução de área e indenização de R$ 10 milhões da JBS

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O não cumprimento de um acordo entre uma indústria frigorífica e o município de Brasnorte (600 km de Cuiabá) está resultando numa batalha judicial. O município de Brasnorte entrou com uma ação contra a JBS para revogação de doação com pedido de reversão do imóvel.

O motivo seria o não cumprimento de atividade econômica de um frigorífico instalado pela empresa, que estaria operando com apenas 10% da capacidade, frustrando as expectativas do município de fomento à economia quando da doação da área.

Segundo o prefeito de Brasnorte, Edelo Marcelo Ferrari, a verdadeira intenção do pedido é que o frigorífico cumpra sua finalidade.

A ação inclui, ainda, multa de R$ 500 mil reais e R$ 10 milhões em indenizações por danos morais.

Segundo o prefeito de Brasnorte, Edelo Marcelo Ferrari (DEM), a verdadeira intenção do pedido é que o frigorífico cumpra sua finalidade, que é de realizar os abates previstos, gerar emprego e trazer renda para o município. “Nós também temos muito dinheiro investido naquela área, tendo em vista que o município fez toda a terraplanagem além da doação do terreno. Então, mais do que justo seria funcionar e isso não está acontecendo”, explica Ferrari.

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Desapontamento

Para o presidente do Sindicato Rural de Brasnorte, Cleber José dos Santos Silva, a classe produtora está muito desapontada com a subutilização da planta instalada no município e concorda com a ação imposta pela prefeitura para o cumprimento do TAC. “Hoje nós temos uma pecuária maior e mais forte, fartura de pasto – com a integração de agricultura e pecuária, temos mais de 400 mil cabeças de gado e condições para instalar grandes frigoríficos e confinamentos porque temos uma abundância de grãos dentro do nosso município. Então nós cobramos que haja a responsabilidade do frigorífico de cumprir com este compromisso que ele tem com nosso município ou então deixar a oportunidade para que outras empresas possam explorar o potencial que temos aqui em Brasnorte”, esclareceu Cleber.

(Fonte: Agronews; foto: prefeitura de Brasnorte)

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