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Queda acentuada da umidade do ar indica estiagem severa; Tangará já prevê racionamento

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A chegada do clima seco neste mês de maio, com ocorrência de friagens e sensível declínio da umidade relativa do ar indica que a estiagem deste ano de 2021 será severa em Mato Grosso.

Em Tangará da Serra, este indicativo já faz o poder público planejar o enfrentamento à estiagem. Depois da última chuva registrada na região, no final de abril, os índices de umidade relativa do ar despencaram para pouco mais de 30% nas horas mais quentes dos dias.

A friagem que ocorreu semana passada, entre quinta-feira e sábado, contribuiu para o ressecamento e fez a umidade relativa ficar entre 32% e 64% na última segunda-feira e ontem (terça, 11).

Temperatura voltou a cair nesta quarta-feira, com garoa pela manhã.

Nesta quarta-feira, os termômetros voltaram a cair (26°C por volta das 10h00 e mínimas devendo cair aos 17°C à noite), com ocorrência de garoa pela manhã e vento frio, que leva ao agravamento da secura.

Segundo os principais sites de meteorologia, não há previsão de chuvas ao menos até o próximo dia 23. Com isso, a tendência é o encolhimento gradual das reservas aquíferas que sustentam o abastecimento da cidade.

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Consultado pelo EB na manhã desta quarta (12), o diretor do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae), Heliton de Oliveira, confirmou que a autarquia já prevê uma estiagem severa para os  próximos meses. “Já estamos trabalhando num plano de racionamento”, informou, sem, no entanto, mencionar qualquer data.

Ano passado, vale recordar, o racionamento iniciou na primeira semana de agosto e se prolongou até o final de novembro.

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Anvisa alerta que testes de covid não detectam anticorpo, nem eficácia das vacinas

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A Anvisa divulgou esta semana um alerta reforçando que testes de covid -19 não comprovam a proteção da vacina. A Agência lembra que estes testes não devem ser usados para medir o nível de proteção contra o coronavírus após as pessoas se vacinarem.

O alerta da Anvisa informa que os testes de identificação da covid-19 registrados no país, vendidos até em farmácia, não tem a finalidade de indicar se a pessoa está protegida do vírus. Só confirma se a pessoa foi infectada ou não. Segundo a agência, esses testes não verificam o nível de proteção que cada pessoa tem contra a doença.

A Anvisa reforça que nenhum teste que detecta a presença de anticorpo (seja neutralizante, IGM, IGG ou outro) dão a garantia de imunidade e nem atestam qualquer nível de proteção contra a covid.

O professor da Universidade de Brasília, Wender Silva diz que, como estes testes não identificam a presença da proteína do coronavírus que a vacina combate, não conseguem medir a eficácia dos imunizantes. O professor Wender Silva reforça que, uma vez aprovadas, não é necessário se preocupar se as vacinas são eficazes e seguras.

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A Anvisa ainda alerta que não existe, até o momento, estudos indicam a quantidade de anticorpos neutralizantes necessária para garantir a proteção contra a covid-19. Esses anticorpos são os que evitam a entrada e multiplicação do coronavírus. E que também é preciso desenvolver outras pesquisas científicas para avaliar qual o grau de proteção é necessário contra a doença.

Para a Agência, ainda é preciso adotar as medidas preventivas contra o coronavírus, com uso de máscaras, higienização das mãos e o distanciamento social, mesmo após a vacinação.

(Agência Brasil)

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