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Agronegócio & Produção

Qualidade e bom preço: Alimento nativo dos trópicos da América é oferecido na Feira

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A Feira do Produtor do Centro promove nesse domingo mais um dia de atendimento ao público. Em meio à grande variedade de produtos que o maior mercado público do estado de Mato Grosso tem a oferecer, o destaque desta semana é um alimento extraído de uma árvore nativa das Américas.

O palmito é um alimento diferenciado. Vem das palmeiras nativas das Antilhas e da América do Sul, na faixa de clima tropical. Retirado do miolo do caule destas palmeiras, tem cor branca e textura macia, saboroso e suculento.

Além do babaçu, do bacuri, da gueroba e do açaizeiro, o palmito também pode ser extraído de pelo menos outras 24 espécies de palmeiras antilhanas e sul-americanas.

Benefícios

O palmito tem poucas calorias e baixo teor de gorduras, sendo ideal para compor uma alimentação saudável e equilibrada em saladas e conservas, podendo ser assado ou grelhado.

É fonte de vitaminas A, C, do complexo B e minerais, com grandes quantidades de sódio, potássio e zinco. Com esses componentes, melhora as barreiras do sistema imune e ajuda no combate a inflamações, acelerando o processo de cicatrização.

Leia mais:  Soja começa a ser plantada em Mato Grosso, mas chuva define ritmo da safra

O palmito também contribui para a saúde muscular, controla a pressão arterial, melhora o trânsito intestinal e favorece o sono. Seu consumo proporciona uma sensação de saciedade, auxiliando no controle do peso corporal.

Na sequência, 47 receitas com palmito que vão de tortas a petiscos dos mais saborosos.

47 receitas com palmito que vão de tortas a petiscos saborosos

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Agronegócio & Produção

Soja começa a ser plantada em Mato Grosso, mas chuva define ritmo da safra

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Produtores antecipam o cultivo para abrir espaço ao milho safrinha, enquanto pecuaristas aguardam possível retomada das compras chinesas de carne bovina.

Os primeiros produtores de Mato Grosso começaram a plantar a soja da safra 2026/27 nesta semana, após a autorização oficial para o início dos trabalhos. O movimento ainda é pontual e se concentra principalmente nas regiões de Sorriso, Lucas do Rio Verde e municípios próximos, no médio-norte do Estado.

O assunto é tema da edição desta sexta-feira (11.09) da coluna Circuito Rural, do jornalista Olmir Cividini, de Tangará da Serra.

Cividini destaca que, apesar da abertura do calendário, o ritmo do plantio continua condicionado às condições climáticas. Para garantir a germinação, é necessário que o solo tenha umidade suficiente. A irregularidade das chuvas, associada à influência do fenômeno El Niño, exige atenção redobrada dos agricultores. O plantio fora do momento adequado pode provocar replantio, perda de produtividade e aumento dos custos.

Ainda não há levantamento oficial sobre a área plantada nesta primeira semana. A . A percepção, no entanto, é de que os trabalhos ainda estejam em estágio inicial.

Previsão é de que sejam cultivados cerca de 13 milhões de hectares de soja.

Em algumas áreas do eixo da BR-163, a antecipação do plantio está relacionada não apenas à soja, mas também ao planejamento da segunda safra. Produtores tem escolhido cultivares de ciclo mais curto para antecipar a colheita e ampliar a janela de plantio do milho no próximo ano.

Leia mais:  Soja começa a ser plantada em Mato Grosso, mas chuva define ritmo da safra

A estratégia ganhou força com a expansão da indústria de etanol de milho no Estado. De acordo com projeções do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o consumo do cereal pelas usinas deve crescer aproximadamente 16% na safra que começa agora. Com isso, o milho passa a ocupar espaço cada vez mais importante na definição da rentabilidade das propriedades.

Na pecuária, o cenário ainda é de cautela. As exportações de carne bovina de Mato Grosso caíram quase 12% em agosto, influenciadas pelo encerramento da cota de importação da China. No início de setembro, a suspensão dos embarques para a União Europeia acrescentou uma nova preocupação ao setor.

Apesar disso, o mercado futuro do boi gordo reagiu positivamente nesta semana. A alta foi atribuída à expectativa, ainda não confirmada, de que a China possa antecipar a retomada de uma nova cota de importação. Os rumores foram suficientes para melhorar o humor do mercado.

Outro fator considerado favorável é a ausência de sobretaxa adicional dos Estados Unidos sobre a carne bovina brasileira. Assim, entre os desafios impostos pelo clima e as incertezas do comércio internacional, produtores de grãos e pecuaristas encerram a semana com perspectivas moderadamente mais positivas.

Leia mais:  Soja começa a ser plantada em Mato Grosso, mas chuva define ritmo da safra

Ouça o Circuito Rural na íntegra

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