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Prefeitura estuda implantação de sistema de monitoramento eletrônico com 75 câmeras

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A prefeitura de Tangará da Serra investirá na reposição do sistema de câmeras de monitoramento da cidade. A informação é do investigador da Polícia Judiciária Civil, Jucemilson Nazário, que confirmou junto ao Executivo Municipal a realização de um levantamento para reinstalação da rede e dos equipamentos.

Nazário recorda que o sistema chegou a ser instalado em 2012, com 15 câmeras e uma central de monitoramento montada no Centro Integrado de Segurança e Cidadania (CISC) de Tangará da Serra. Porém, dificuldades na manutenção provocaram a degradação dos equipamentos, até a desativação, em 2015, quando venceu o contrato para fornecimento de energia firmado com a concessionária Energisa.

Nazário: “Sistema de monitoramento fará uma grande diferença para o setor de segurança pública na cidade”.

Segundo Nazário, o sistema que está em estudo poderá comportar até 75 câmeras instaladas em pontos estratégicos da cidade, incluindo as principais saídas do perímetro urbano em direção à zona rural.

O sistema de monitoramento, vale lembrar, é uma proposta de campanha do prefeito Vander Masson (PSDB). “O prefeito Vander Masson tinha essa proposta de reativar o sistema. Então reforçamos o pedido junto ao Executivo para que a instalação fosse viabilizada o quanto antes”, disse o policial.

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Com a sinalização positiva do prefeito, o Executivo já realiza um levantamento para definir os modelos dos equipamentos, a rede lógica e, também, os respectivos custos. Assim, não há como definir, por enquanto, um prazo para a instalação efetiva.

Hoje as polícias dependem muito das câmeras dos estabelecimentos comerciais para verificar imagens captadas nas ocorrências.

De acordo com Nazário, o sistema de monitoramento fará uma grande diferença para o setor de segurança pública na cidade, já que será possível cobrir áreas com índices expressivos de criminalidade, como a região do terminal rodoviário, onde há várias ações de furtos, assaltos e tráfico de drogas.

Outra novidade será a cobertura de pontos de conexão do perímetro urbano com a zona rural e, também, em estradas vicinais. “Hoje dependemos muito das câmeras dos estabelecimentos comerciais para verificar imagens captadas nas ocorrências”, observa.

CONSEGUR

Outra reivindicação de Nazário junto ao Executivo foi a reativação do Conselho Municipal de Segurança Pública (Consegur), que já tem um fundo com um saldo de aproximadamente R$ 50 mil.

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O fundo representa um suporte importante ao setor de Segurança Pública, proporcionando recursos para manutenção de equipamentos e insumos diversos, entre outros benefícios. O aporte de recursos ao fundo, segundo Nazário, seria um tema a ser discutido entre o Executivo, a iniciativa privada e o aparato policial.

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Feira do Centro oferece duas atrações típicas do Brasil e valiosas para a saúde e a culinária

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Domingo, como reza a tradição, é dia de Feira em Tangará da Serra. E dois produtos muito atrativos na Feira do Produtor do Centro são as castanhas de caju e do Pará. As duas são alimentos saudáveis e compõem receitas extraordinárias, como nos links ao final do texto.

A castanha-do-pará é rica em proteínas, fibras, selênio, magnésio, fósforo, zinco e vitaminas do complexo B e vitamina E. Também fornece antioxidantes ao organismo, promovendo a diminuição do colesterol total. Melhora o sistema imunológico e ajuda a prevenir alguns tipos de câncer, como de mama, próstata e cólon.

Contribui para a saúde do cérebro e mantém o cabelo e as unhas saudáveis. Reduz a pressão alta, ajuda a regular a tireoide e é excelente fonte de energia.

Já a castanha-de-caju vem do fruto do cajueiro e é rica em antioxidantes, gorduras boas e minerais. Ajuda a prevenir o desenvolvimento de doenças do coração e anemia, além de melhorar a saúde da pele, unhas e cabelo. Segundo especialistas, consumir cerca de 30 gramas de castanha de caju por dia é uma alternativa para complementar os nutrientes consumidos diariamente.

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Castanhas nos boxes

A castanha-do-pará oferecida na Feira do Centro é proveniente da região de Juína e de outras cidades e localidades da região norte do estado. Já a castanha de caju vem, principalmente, da região Nordeste do Brasil.

São comercializadas em vários boxes do setor de hortifruti, em especial nos boxes 16-C, de Elieder Santos; 21-A, de Francisco da Silva; 23-A, de Eliane Resende; e 42-A, de Elton Pereira.

Veja, a seguir, receitas com as duas castanhas:

https://www.receiteria.com.br/receitas-com-castanha-do-para/

https://www.receiteria.com.br/receitas-com-castanha-de-caju/

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