conecte-se conosco


Cidades & Geral

Prefeitura entrega titulação de terras na Triângulo; Trabalhos no Assentamento e Progresso

Publicado

O prefeito municipal, Vander Masson, participou na manhã da última sexta-feira (22), da cerimônia de entrega de 111 títulos definitivos de propriedades rurais a moradores da Gleba Triângulo. A regularização fundiária do PA Triângulo é uma luta antiga, que se arrastou por mais de 30 anos.

Foram entregues 111 títulos definitivos de propriedades rurais a moradores da Gleba Triângulo.

A Superintende Regional em exercício do INCRA em Mato Grosso, Marina Reis Souza, explica que as famílias receberam a documentação definitiva de suas respectivas propriedades, já registradas em Cartório. “São famílias que estavam aguardando por esse momento há uma longa data. Uma emoção muito grande quando a gente vivência isso, a oportunidade de entregar os títulos a essas famílias que aguardam por esse momento há mais de 30 anos”, disse.

O prefeito Vander Masson ficou muito emocionado ao ver a alegria e a satisfação de cada morador, de cada família, ao receberem a documentação final de suas terras. Ele destacou a atuação de seu pai, o saudoso Saturnino Masson, que teve grande luta e contribuição para a titulação dessas propriedades. “Meu pai se empenhou ao longo de muitos anos para que isso acontecesse. Fico muito emocionado e feliz por esse momento, ver a felicidade dessas pessoas, dedico esse momento ao meu saudoso pai Saturnino”, disse o prefeito, emocionado.

Leia mais:  Caldo de cana na Feira do Centro, um brinde à história e à geração de emprego e renda

João Pereira da Silva, um dos moradores contemplados com o título definitivo de suas terras destacou a alegria do momento. “Aguardamos e lutamos por muitos anos, estamos desde o começo aguardando pelo título e graças a Deus esse momento chegou. Muito obrigado a todos que se dedicaram para isso”, disse.

Participaram da cerimônia, ocorrida no Salão da Igreja Católica da Gleba Triângulo, a primeira-dama, Silvana Masson, o vice-prefeito Marcos Scolari, os secretários de Infraestrutura, Magno César, de Agricultura, Rogério Rio, de Assistência Social, Márcia Kiss, além de vereadores do Município.

Melhorias no Conselheiro

Nesta sexta-feira, 22, o prefeito Vander Masson, o vice Marcos Scolari e o secretário interino de Infraestrutura, Magno César, vistoriaram obras de construção de bueiros realizadas na região do Assentamento Antônio Conselheiro.

Considerados “críticos”, os locais das intervenções sofriam com as chuvas, quando a água passava sobre a estrada e dificultava o trânsito de veículos. “Essa é uma região muito importante do Município e seus moradores estão recebendo a atenção da prefeitura”, disse o prefeito.

Trabalhos no Progresso

Leia mais:  Meteorologia prevê onda de frio intenso no país; Tangará da Serra poderá ter mínimas de 5°C

A prefeitura também realiza trabalhos de recuperação e limpeza de ruas do Distrito de Progresso. O prefeito Vander Masson esteve na última semana vistoriando os serviços realizados em formato de mutirão.

Máquinas e caminhões fazem a manutenção, com patrolamento das ruas não pavimentadas, retirada de entulhos e podas de árvores. Os serviços ainda incluem recuperação de ruas pavimentadas e corte de grama na comunidade.

publicidade

Cidades & Geral

Caldo de cana na Feira do Centro, um brinde à história e à geração de emprego e renda

Publicado

Amanhã, quarta-feira, é mais um dia de Feira. Em Tangará da Serra, a Feira do Produtor do Centro nos brinda todas as semanas com bebidas produzidas a partir de itens que fazem parte da História do Brasil e continuam movimentando a economia, gerando empregos e estrelando grandes negócios internacionais.

E, em se tratando de bebidas, o Brasil é um dos países com uma das maiores variedades no mundo.

É claro que quando se fala em tradição em bebidas, logo nos vem à mente o café, histórica commodity que forma uma cadeia econômica de grande peso na balança comercial do país. Lembram do “Ciclo do Café”, conteúdo que invariavelmente caía nas provas de História do Brasil e que registrou em nossas mentes o protagonismo do produto por treze décadas na atividade econômica nacional, entre os anos de 1800 e 1930?

Mas e o que falar da cana-de-açúcar? Esta gramínea (acreditem) nativa da Nova Guiné, na Oceania, chegou ao Brasil trazida pelos portugueses em no ano de 1520 e logo se transformou numa força econômica do então Brasil Colônia, sucedendo ao ciclo do pau-brasil.

Caldo na Feira

Leia mais:  Meteorologia prevê onda de frio intenso no país; Tangará da Serra poderá ter mínimas de 5°C

A cana-de-açúcar – ou melhor, o caldo de cana – é uma das atrações da Feira do Produtor do Centro. No box 87-C, os feirantes Elizeu e Elivânia Grinivald servem um generoso caldo de cana, no copo, para beber na hora, ou em garrafas pet, para levar para casa.

Benéfico à saúde humana, o caldo de cana é muito útil na prevenção e tratamento da dor de garganta, resfriado e gripe. Sua natureza alcalina ajuda na luta contra o câncer (especialmente de próstata e câncer de mama), reforça o estômago, rins, coração, olhos, cérebro e órgãos sexuais.

Mas, sabores e benefícios à parte, o caldo de cana leva a uma reflexão sobre o que significou a cana-de-açúcar para o Brasil e o que ela representa hoje para o país, para Mato Grosso e para nossa região.

História e economia

Região sudoeste do estado é grande produtora de cana-de-açúcar.

O ciclo do açúcar – ou ciclo da cana-de-açúcar – foi um período da história do Brasil Colônia compreendido entre meados do século XVI e meados do século XVIII. O açúcar representou a primeira grande riqueza agrícola e industrial do Brasil e, durante muito tempo, foi a base da economia colonial e uma das maiores atividades econômicas do mundo ocidental.

Leia mais:  Governador autoriza licitação do primeiro lote de pavimentação da MT-358, no Chapadão

Até hoje a cana-de-açúcar encabeça um importante segmento da economia brasileira, perfazendo uma grande cadeia.

O agronegócio sucroalcooleiro fatura, direta e indiretamente, cerca de R$ 40 bilhões por ano, o que corresponde a aproximadamente 2,35% do PIB nacional. É, também, um dos setores que mais empregam no país, com mais de 3,6 milhões de empregos diretos e indiretos, e reúne mais de 72.000 agricultores.

Região polarizada por Tangará da Serra conta com quatro grandes usinas de açúcar e álcool.

Na última safra, Mato Grosso somou mais de 260 mil hectares de lavoura canavieira, com uma produtividade média de 78 toneladas/hectare, totalizando 20 milhões de toneladas e um valor de produção de R$ 1,5 bilhão, segundo dados do IBGE. Toda a cadeia da cana-de-açúcar no estado gera cerca 30 mil postos de trabalho.

Na região, as lavouras canavieiras fornecem a matéria prima para a produção de açúcar, etanol, álcool gel e, também, energia elétrica a partir da biomassa da cana.

Neste rico segmento, os destaques são as plantas industriais das usinas Uisa, em Nova Olímpia (a maior usina de álcool e açúcar do Centro Oeste do Brasil); a Barralcool, em Barra do Bugres; a Coprodia, em Campo Novo do Parecis; e a Libra, em São José do Rio Claro.

Continue lendo

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana