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Política & Políticos

Possibilidades de Tangará e região para Câmara e AL apontam para ao menos 12 nomes

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A região de influência socioeconômica de Tangará da Serra tem uma série de demandas relacionadas especialmente a logística de transporte, saúde, educação, infraestrutura urbana, saneamento básico, habitação, segurança pública, comunicação, meio ambiente e geração de empregos.

Para Tangará da Serra, o ano de 2022 começou bem, com as confirmações dos certames licitatórios para o hospital regional e o aeroporto regional. Mas ainda há muito a ser feito na região e tudo será agilizado somente com força política. E esta força só poderá ser catalisada pela democracia, ou seja, no pleito de outubro deste ano.

Estratégia em CNP

Pré-candidata, Preta Casagrande busca sigla para concorrer à ALMT.

A região tem eleitorado para eleger, no mínimo, quatro deputados estaduais. Em Campo Novo do Parecis já há uma movimentação muito forte em torno do nome de Preta Casagrande, esposa do prefeito Rafael Machado (PSL).

O Enfoque Business apurou que, para viabilizar uma possível eleição de Preta para uma cadeira na Assembleia Legislativa, lideranças camponovenses empreendem um projeto que envolve a busca de votos em, pelo menos, 16 municípios. A estratégia é obter ao menos 50% dos eleitores de Campo Novo que comparecerem às urnas, e 30% em Sapezal, município administrado pelo prefeito Valcir Casagrande (PL), irmão de Preta.

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A sigla da pré-candidata de Campo Novo do Parecis ainda não está definida e, segundo as informações obtidas pelo EB, obedecerá a critérios que favoreçam o êxito de Preta na disputa.

Outra possibilidade na região é o presidente da MT PAR, Wener Santos, filiado ao PP, visando uma cadeira na Assembleia Legislativa.

Articulações

Deputado estadual Dr João, do MDB, é candidato natural à releição.

Em Tangará da Serra, as possibilidades para a ALMT giram em torno de uma dezena de nomes. Doutor João, do MDB, é candidato natural à reeleição. Após o êxito nas urnas em 2018, o emedebista pretende repetir o feito para seguir na Assembleia Legislativa por mais quatro anos.

O ex-prefeito Fábio Junqueira, também do MDB, é uma forte possibilidade, mas terá de trocar de partido até final de abril, prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral para novas filiações.

Edilson, ex-vereador de Diamantino e provável candidato a uma vaga na ALMT.

Uma novidade poderá ser Edílson Sampaio, ex-vereador de Diamantino e que está de mudança para Tangará da Serra. Sampaio tem ótimo relacionamento na região por coordenar as obras das rodovias MT-240 e MT-339, em nome das associações de produtores.

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De bom trânsito no governo do Estado, Edilson Sampaio está no PP, mas poderá migrar para o PSD, partido que o tem cortejado para filiação. No PSD, Sampaio teria o ambiente ideal para disputar uma vaga na AL, com apoio do senador Carlos Fávaro e de lideranças locais e regionais da legenda.

O ex-vice de Fábio Junqueira, Renato Gouveia, do PP, já se declarou pré-candidato à AL, enquanto o vereador Rogério Silva e o advogado Joás Nalini, ambos do DEM, discutem a possibilidade.

O presidente da Câmara Municipal, Fábio Brito, é uma possibilidade pelo PSDB, mas o cargo que ocupa poderá fazê-lo descartar uma eventual candidatura. Além de Brito, avaliam possíveis candidaturas os vereadores Davi Oliveira (PSB), Eduardo Sanches (PSL), Elaine Antunes (Podemos) e Sebastian Ramos (PTB).

Federal

Scolari deverá ser opção do PP para a Câmara Federal.

Os 250 mil eleitores da região representam uma chance real de eleição de um representante na Câmara Federal. A possibilidade é aventada há muitos anos, sendo um grande anseio regional.

Para enfrentar o desafio, por enquanto figuram o ex-deputado estadual Wagner Ramos, que trocou o PSD pelo DEM, e o empresário e atual secretário municipal de Infraestrutura de Tangará da Serra, Marcos Scolari (PP).

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Política & Políticos

Edilson Sampaio: Representatividade é decisiva para o desenvolvimento e aporte de recursos

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A representatividade política é condição fundamental para o desenvolvimento de uma região, sendo vetor de investimentos governamentais e na implementação de políticas públicas. É isso que estará em jogo nas eleições de 02 de outubro, quando os cidadãos elegerão o presidente da República, o governador do Estado, além de senadores, deputados federais e deputados estaduais.

O pleito deste ano será, portanto, decisivo para os 26 estados, o Distrito Federal e os 5.568 municípios brasileiros no decorrer dos próximos quatro anos.

Em Mato Grosso, a disparidade na representação das regiões é refletida no aporte de recursos. “O peso da representatividade política é medido principalmente no momento da distribuição de recursos pelas esferas de governo”, diz o pré-candidato a deputado estadual pelo Republicanos, Edilson Sampaio, de Tangará da Serra.

Edilson colocará seu nome na convenção do partido Republicanos (10), entre 20 de julho e 05 de agosto. Ele, que é contabilista, presta serviços em função de superintendência a associações de produtores da região conveniadas com o governo do Estado para a realização de obras de pavimentação nas rodovias MT-240, MT-339 e MT-358 (Chapadão do Rio Verde). Tem, por isso, grande conhecimento dos caminhos e do funcionamento do governo mato-grossense.

Edilson, com secretário de Estado de Infraestrutura, Marcelo Padeiro, e o deputado Valmir Moretto: “Representatividade política tem peso na distribuição de recursos e obras públicas”.

Sampaio destaca que, nas duas últimas semanas, o governador Mauro Mendes percorreu grande parte do estado assinando convênios e lançando obras. Nestas ocasiões, Mendes anunciou recursos de R$ 251,9 milhões para Tangará da Serra e outros sete municípios da região anexa. Ao mesmo tempo, a região conhecida como ‘Eixo da BR-163’ recebeu R$ 473 milhões em obras e convênios destinados pelo Paiaguás. “É possível perceber, aí, as vantagens da organização política de uma região”, observa, lembrando que os municípios do ‘Eixo 163’ é base para pelo menos quatro deputados que atuam na Assembleia Legislativa, enquanto Tangará e região anexa contam com apenas um representante no parlamento de Mato Grosso.

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O pré-candidato cita, ainda, a importância da representatividade na esfera federal. Ele destaca a atuação do deputado federal Juarez Costa, da região de Sinop, que entre 2020 e este ano foi responsável por mais de R$ 50 milhões em emendas ao Orçamento Geral da União (OGU), valor destinado em quase sua totalidade aos municípios de sua base eleitoral.

Para Tangará da Serra e região, Juarez Costa não destinou um centavo sequer em emendas federais. Além de Juarez Costa, a região do ‘Eixo 163’ elegeu Neri Geller, de Lucas do Rio Verde, como deputado federal. Geller incluiu no OGU mais de R$ 46 milhões (valores empenhados até o momento) entre 2020 e este ano de 2022. Deste montante, o parlamentar de Lucas do Rio Verde destinou, ao longo do período, apenas R$ 515 mil a Tangará da Serra.

Nos valores citados não estão incluídas as emendas de bancada.

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