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Polícia Militar flagra derrame de dinheiro falso nos comércios de Tangará e Barra do Bugres

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Os estabelecimentos comerciais da região de Tangará da Serra e Barra do Bugres devem ficar atentos com o derrame de cédulas falsas de dinheiro que vem ocorrendo nos últimos dias. Em 48 horas, duas tentativas de inserção de dinheiro falso nas duas cidades foram flagradas pela Polícia Militar, a partir de denúncias.

Ao final da manhã desta quarta-feira (30/12), a Polícia Militar realizou a detenção de um homem que tentava passar 19 cédulas falsas de 100 reais num estabelecimento de Barra do Bugres.

Cédulas falsas de 100 reais foram apreendidas com infrator que tentava pagar R$ 1,9 mil em boletos.

Segundo o denunciante, um homem tentava pagar boletos com uma quantia de R$ 1.900 em dinheiro falso. A guarnição se deslocou até o local onde estava o suspeito e apreendeu as cédulas falsas e o criminoso. “O mesmo disse que estaria fazendo um favor em pagar os boletos para uma segunda pessoa, do sexo masculino. Foram feitas rondas pela cidade mas ninguém foi encontrado”, consta no BO da 12ª Companhia PM de Barra do Bugres.

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O infrator recebeu voz de prisão e foi conduzido à delegacia de Polícia Civil de Barra do Bugres, onde poderá ser indiciado por crime de moeda falsa.

Tangará da Serra

Na última segunda-feira (28), outra tentativa de inserção de dinheiro falso no comércio foi flagrada pela Polícia Militar, através do 19º Batalhão da PM, em Tangará da Serra.

Os policiais foram acionados no início da tarde pelo responsável por um estabelecimento comercial localizado no centro da cidade. A vítima relatou que na quarta-feira anterior (23.12), conforme boletim de ocorrência registrado na ocasião, duas pessoas (um casal) realizaram uma compra e pagaram com uma nota falsa de 100 reais.

Segunda-feira, o casal de criminosos retornou e tentou realizar outra compra, pagando novamente com nota de R$ 100 falsa. Ao perceberem que a atendente havia flagrado o golpe e iria acionar a polícia, um dos acusados – a mulher – foi até a calçada da loja e jogou uma grande quantidade de notas de R$100,00 próximo ao padrão de energia ao lado da loja. O comparsa fugiu do local.

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Durante a entrevista, a infratora informou que o seu namorado havia repassado as notas falsas a eles. Diante dos fatos foi dada a voz de prisão em flagrante aos envolvidos, que foram conduzidos à delegacia para providências. Com eles foram apreendidos dois celulares e certa quantia em dinheiro, possivelmente obtido como troco em repasses de notas falsas.

(Redação EB, com informações da Assessoria de Comunicação PM)

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Anvisa alerta que testes de covid não detectam anticorpo, nem eficácia das vacinas

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A Anvisa divulgou esta semana um alerta reforçando que testes de covid -19 não comprovam a proteção da vacina. A Agência lembra que estes testes não devem ser usados para medir o nível de proteção contra o coronavírus após as pessoas se vacinarem.

O alerta da Anvisa informa que os testes de identificação da covid-19 registrados no país, vendidos até em farmácia, não tem a finalidade de indicar se a pessoa está protegida do vírus. Só confirma se a pessoa foi infectada ou não. Segundo a agência, esses testes não verificam o nível de proteção que cada pessoa tem contra a doença.

A Anvisa reforça que nenhum teste que detecta a presença de anticorpo (seja neutralizante, IGM, IGG ou outro) dão a garantia de imunidade e nem atestam qualquer nível de proteção contra a covid.

O professor da Universidade de Brasília, Wender Silva diz que, como estes testes não identificam a presença da proteína do coronavírus que a vacina combate, não conseguem medir a eficácia dos imunizantes. O professor Wender Silva reforça que, uma vez aprovadas, não é necessário se preocupar se as vacinas são eficazes e seguras.

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A Anvisa ainda alerta que não existe, até o momento, estudos indicam a quantidade de anticorpos neutralizantes necessária para garantir a proteção contra a covid-19. Esses anticorpos são os que evitam a entrada e multiplicação do coronavírus. E que também é preciso desenvolver outras pesquisas científicas para avaliar qual o grau de proteção é necessário contra a doença.

Para a Agência, ainda é preciso adotar as medidas preventivas contra o coronavírus, com uso de máscaras, higienização das mãos e o distanciamento social, mesmo após a vacinação.

(Agência Brasil)

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