conecte-se conosco


Economia & Mercado

PIB de Tangará da Serra cresce 5,7% em um ano; Campo Novo, Sapezal e Barra sofrem retração

Publicado

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta semana a atualização do produto interno bruto (PIB) dos municípios brasileiros. Os dados têm como base o ano de 2019.

De acordo com o levantamento, Tangará da Serra assumiu a liderança entre os PIBs na região sudoeste de Mato Grosso, com um PIB global de R$ 3,423 bilhões em 2019, contra R$ 3,238 bilhões no ano anterior, perfazendo um crescimento de 5,7% em sua economia.

O PIB per capita do município polo da região também subiu. Enquanto em 2018, o PIB per capita de Tangará da Serra era de R$ 31.823,37, em 2019 esse valor passou para R$ 32.992,97, numa diferença a maior de R$ 1.169,60, o que significa um incremento de 3,6%.

O setor que responde pela maior fatia do produto interno bruto de Tangará da Serra é o de Serviços (que inclui o Comércio). Este setor soma um PIB adicionado bruto de R$ 1.545,29 bilhão, que representa nada menos que 45% da economia local. Na sequência, aparecem a Indústria (R$ 523,5 milhões) e a Agropecuária (R$ 314 milhões).

Leia mais:  Bares: Avanço da pandemia deverá motivar município a manter restrições no funcionamento

Mais que o MT

O avanço do PIB de Tangará da Serra superou em 2,3 pontos percentuais o crescimento verificado no PIB de Mato Grosso. O estado somou em 2019 um PIB de R$ 142,12 bilhões, contra R$ 137,44 bilhões em 2018, representando um crescimento de 3,4%.

Retrações

Considerando as maiores economias da região, os municípios de Campo Novo do Parecis, Sapezal e Barra do Bugres surpreenderam negativamente.

Campo Novo do Parecis sofreu retração de 6% no PIB em 2019.

Em 2018, Campo Novo do Parecis ostentava o título de maior PIB da região, com um montante global de R$ 3,623 bilhões. Um ano depois, em 2019, o município “Celeiro da Produção” somou um PIB de R$ 3,400 bilhões, o que significa uma retração da economia na ordem de 6,1%.

Em Sapezal, o PIB encolheu ainda mais – 11,4% -, decaindo de R$ 2,925 bilhões em 2018 para R$ 2,590 bilhões em 2019.

Barra do Bugres, por sua vez, também teve retração no PIB de 2018 para 2019. Enquanto em 2018 o produto interno bruto barrabugrense somou R$ 1,315 bilhão, em 2019 o valor foi de R$ 1,293 bilhão, correspondendo a uma retração de 1,72%.

Leia mais:  Efeito pandemia: Falta de insumos preocupa indústrias de veículos e máquinas; Tangará já sente

Diamantino, que figura entre as cinco maiores economias da região, registrou crescimento de 6,9% do PIB em 2019, com valor adicionado bruto de R$ 2,450 bilhões, contra R$ 2,292 bilhões somados em 2018.

publicidade

Economia & Mercado

Diesel e gasolina ainda sem alíquota reduzida de ICMS; Altas em 2021 chegaram a 44%

Publicado

A gasolina e do diesel em Tangará da Serra ainda estão sendo comercializados com incidência de alíquota de 25% e 17% de ICMS, respectivamente.

Os preços já com as alíquotas reduzidas de 23% e 16% serão praticados somente após as primeiras aquisições de cargas pelos postos de combustíveis. A informação foi levantada pelo Enfoque Business junto a estabelecimentos.

A redução de 2% na alíquota de ICMS representará de R$ 0,10 a R$ 0,14 a menos no preço do litro da gasolina nas bombas, assim que passar iniciar a comercialização dos novos estoques.

Desde o último sábado (01/01/2022) vigora o pacote de redução de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) implementado pelo Governo de Mato Grosso sobre a energia elétrica, a comunicação, o gás industrial, a gasolina e o diesel.

As reduções das alíquotas estão determinadas pela Lei Complementar nº 708, sancionada pelo governador Mauro Mendes em dezembro.

No país

Segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio da gasolina comum subiu 44,3% e o do diesel, 44,6%, nos postos de combustíveis do país em 2021.

Leia mais:  Pesquisa projeta o pós-crise: Mais home office, delivery e e-commerce; Menos viagens, financiamentos e seguros

A gasolina começou o ano, em janeiro passado, com o valor médio de R$ 4,622 enquanto o diesel estava em R$ 3,696 o litro. Em dezembro, os combustíveis fecharam o ano com uma média de R$ 6,670 e R$ 5,347 respectivamente.

O preço dos combustíveis foram um dos principais motivos para a alta da inflação em 2021. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) terminou 2021 com alta de 10,42%, valor quase três vezes acima da meta estabelecida pelo governo para o ano, de 3,75%.

Só em dezembro, a alta do IPCA-15 foi influenciada, principalmente, pelos preços dos combustíveis (+3,4%) e, em particular, da gasolina (+3,28%). Além disso, os preços do etanol (+4,54%) e do óleo diesel (+2,22%) também subiram, embora as variações tenham sido menores que as do mês anterior (7,08% e 8,23%, respectivamente).

(Redação EB, com informações de R7)

Continue lendo

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana