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Economia & Mercado

Óleo diesel: Distribuidoras vendem ao varejo com reajuste antes da atualização pelas refinarias

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O reajuste do óleo diesel de 8,87% já anunciado pela Petrobras passa a valer a partir desta terça-feira (10), mas algumas distribuidoras já começaram a praticar antes mesmo da atualização pela refinaria. Ou seja, as distribuidoras já vendem para o varejo com preços reajustados o combustível adquirido da refinaria com preço antigo.

Foi o que apurou o Enfoque Business em consultas realizadas junto a postos de combustíveis em Tangará da Serra.

Agora pela manhã, logo cedo, os preços praticados nas bombas já incluíam o reajuste, com o preço do diesel S10 variando entre R$ 7,09 e R$ 7,30 e o S500 (comum) na média de R$ 6,99. Alguns postos ainda não praticam o aumento, aguardando o reajuste para a chegada do estoque adquirido com o novo preço. A refinaria de Paulínia (de onde vem os combustíveis para Mato Grosso), por exemplo, só atualizou os preços em seu sistema por volta das 10h00 (horário do MT), enquanto distribuidoras já operavam com os preços reajustados.

A maioria dos postos praticam o aumento, ainda que parcialmente, já que anteveem dificuldades para novas aquisições caso não repassarem o reajuste já praticado pelas distribuidoras. “Precisamos repassar, ou não conseguimos repor o produto, principalmente nas vendas no cartão de credito, que recebemos a cada 30 e 45 dias”, disse um proprietário de posto da cidade.

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É provável que a justificativa das distribuidoras seja a mesma dos postos: antecipar o reajuste para não prejudicar a reposição. No caso dos postos, cada estabelecimento definirá seus preços de venda após analisar alguns parâmetros, como o preço de compra, a concorrência e as estratégias.

A gasolina e o etanol, que desta vez não tiveram seus preços reajustados nas refinarias e usinas, seguem sendo comercializados em Tangará da Serra, respectivamente, entre R$ 7,05 e R$ 7,14 (gasolina aditivada) e R$ 5,09 e R$ 5,14 (etanol).

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Economia & Mercado

Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

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O Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de pessoas até 2025 para atender necessidades projetadas pelas indústrias, de forma a repor inativos, atualizar funcionários ou preencher as novas vagas programadas para o setor. É o que prevê o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, divulgado hoje (16) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Deste total, dois milhões precisarão de qualificação visando formação inicial para a reposição de inativos ou para o preenchimento de novas vagas. Os 7,6 milhões restantes serão via formação continuada para trabalhadores que precisam se atualizar para exercer funções.

Segundo a CNI, “isso significa que 79% da necessidade de formação nos próximos quatro anos serão em aperfeiçoamento”.

Cadeia produtiva

De acordo com a entidade, essas projeções têm por base a necessidade de uso de novas tecnologias e mudanças na cadeia produtiva que tanto influenciam – e transformam – o mercado de trabalho. Assim sendo, acrescenta a CNI, cada vez mais o Brasil precisará investir em aperfeiçoamento e requalificação.

O levantamento hoje divulgado, feito pelo Observatório Nacional da Indústria, tem por finalidade identificar demandas futuras por mão de obra e orientar a formação profissional de base industrial no país.

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As áreas com maior demanda por formação são transversais (que permitem ao profissional atuar em diferentes áreas, como técnico em segurança do trabalho, técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento e profissionais da metrologia, por exemplo), metal mecânica, construção, logística e transporte, e alimentos e bebidas.

(Agência Brasil)

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