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Cidades & Geral

Obras, cultura, esporte e religiosidade integram programação dos 36 anos de Nova Olímpia

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A prefeitura de Nova Olímpia divulgou oficialmente o cronograma das festividades alusivas aos 36 anos de emancipação político-administrativa do município. A capital do açúcar e do álcool, como é conhecida, vai celebrar seu 36º aniversário no próximo dia 13 de maio (sexta-feira) com uma programação especialmente preparada pelo governo municipal, através da Secretaria de Educação e do Departamento de Cultura.

O município foi fundado em março de 1954, por Belizário de Almeida e em meados de 1963 iniciou-se um movimento para elevação de Nova Olímpia a distrito. Em maio de 1964, pela lei nº 2.153, tornou-se legalmente distrito de Barra do Bugres. Em 13 de Maio de 1986, através da Lei n 4.996, Nova Olímpia teve promulgada a lei de emancipação político-administrativa.

Para o prefeito José Elpídio de Moraes Cavalcante a singela programação foi planejada com carinho e vem para celebrar as conquistas da cidade e trazer esperança e confiança de dias melhores para o povo que reside na cidade e na zona rural.

“Depois de um tempo sem realizar festas por conta da pandemia, vamos ter oportunidade de celebrar com familiares e amigos o aniversario dessa jovem cidade que tem um grande coração de mãe, acolhedora e próspera. Vamos juntos comemorar, inaugurando e lançando novas obras” destacou o prefeito.

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Para comemorar a história de desenvolvimento e conquistas, o Governo Municipal preparou uma programação festiva com várias atrações.

PROGRAMAÇÃO:

Em 13 de Maio de 1986, através da Lei n 4.996, Nova Olímpia teve promulgada a lei de emancipação político-administrativa.

– 08/05-DOMINGO

19h00 – Missa de Ação de Graças em comemoração ao aniversário de Nova Olímpia. (Igreja matriz)

– 09/05 – SEGUNDA- FEIRA

19h00 – Ato Profético –   Igrejas Evangélicas de Nova Olímpia (Praça Padre Cícero)

-10/05 – TERÇA- FEIRA

19h00 – Feira da lua (exposição de artesanatos, praça de alimentação e show com a Banda os Baladeiru’s (Praça Padre Cícero).

– 11/05 – QUARTA FEIRA

18h00 – Passeio Ciclístico Pedalando Por Nova Olímpia (percurso urbano).

Concentração Praça Padre Cicero

19h30min – Projeto Dança é Vida Saúde e Esporte. (Zumba Verde e Amarela).

-12/05 – QUINTA FEIRA

19h00 – Título Cidadão Nova – Olímpiense (Câmara Municipal).

– 13/05 – SEXTA – FEIRA (Aniversário de Nova Olímpia-MT)

07h00 – Ato cívico (Prefeitura municipal)

08h00 – Inaugurações e lançamento de Obras.

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20h00 – Shows: local, (Polentinha do Piseiro), regional (Matheuzinho) e nacional (Léo e Raphael – Os Menino da Pecuária), com Praça de alimentação.

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Cidades & Geral

Caldo de cana na Feira do Centro, um brinde à história e à geração de emprego e renda

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Amanhã, quarta-feira, é mais um dia de Feira. Em Tangará da Serra, a Feira do Produtor do Centro nos brinda todas as semanas com bebidas produzidas a partir de itens que fazem parte da História do Brasil e continuam movimentando a economia, gerando empregos e estrelando grandes negócios internacionais.

E, em se tratando de bebidas, o Brasil é um dos países com uma das maiores variedades no mundo.

É claro que quando se fala em tradição em bebidas, logo nos vem à mente o café, histórica commodity que forma uma cadeia econômica de grande peso na balança comercial do país. Lembram do “Ciclo do Café”, conteúdo que invariavelmente caía nas provas de História do Brasil e que registrou em nossas mentes o protagonismo do produto por treze décadas na atividade econômica nacional, entre os anos de 1800 e 1930?

Mas e o que falar da cana-de-açúcar? Esta gramínea (acreditem) nativa da Nova Guiné, na Oceania, chegou ao Brasil trazida pelos portugueses em no ano de 1520 e logo se transformou numa força econômica do então Brasil Colônia, sucedendo ao ciclo do pau-brasil.

Caldo na Feira

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A cana-de-açúcar – ou melhor, o caldo de cana – é uma das atrações da Feira do Produtor do Centro. No box 87-C, os feirantes Elizeu e Elivânia Grinivald servem um generoso caldo de cana, no copo, para beber na hora, ou em garrafas pet, para levar para casa.

Benéfico à saúde humana, o caldo de cana é muito útil na prevenção e tratamento da dor de garganta, resfriado e gripe. Sua natureza alcalina ajuda na luta contra o câncer (especialmente de próstata e câncer de mama), reforça o estômago, rins, coração, olhos, cérebro e órgãos sexuais.

Mas, sabores e benefícios à parte, o caldo de cana leva a uma reflexão sobre o que significou a cana-de-açúcar para o Brasil e o que ela representa hoje para o país, para Mato Grosso e para nossa região.

História e economia

Região sudoeste do estado é grande produtora de cana-de-açúcar.

O ciclo do açúcar – ou ciclo da cana-de-açúcar – foi um período da história do Brasil Colônia compreendido entre meados do século XVI e meados do século XVIII. O açúcar representou a primeira grande riqueza agrícola e industrial do Brasil e, durante muito tempo, foi a base da economia colonial e uma das maiores atividades econômicas do mundo ocidental.

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Até hoje a cana-de-açúcar encabeça um importante segmento da economia brasileira, perfazendo uma grande cadeia.

O agronegócio sucroalcooleiro fatura, direta e indiretamente, cerca de R$ 40 bilhões por ano, o que corresponde a aproximadamente 2,35% do PIB nacional. É, também, um dos setores que mais empregam no país, com mais de 3,6 milhões de empregos diretos e indiretos, e reúne mais de 72.000 agricultores.

Região polarizada por Tangará da Serra conta com quatro grandes usinas de açúcar e álcool.

Na última safra, Mato Grosso somou mais de 260 mil hectares de lavoura canavieira, com uma produtividade média de 78 toneladas/hectare, totalizando 20 milhões de toneladas e um valor de produção de R$ 1,5 bilhão, segundo dados do IBGE. Toda a cadeia da cana-de-açúcar no estado gera cerca 30 mil postos de trabalho.

Na região, as lavouras canavieiras fornecem a matéria prima para a produção de açúcar, etanol, álcool gel e, também, energia elétrica a partir da biomassa da cana.

Neste rico segmento, os destaques são as plantas industriais das usinas Uisa, em Nova Olímpia (a maior usina de álcool e açúcar do Centro Oeste do Brasil); a Barralcool, em Barra do Bugres; a Coprodia, em Campo Novo do Parecis; e a Libra, em São José do Rio Claro.

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