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Agronegócio & Produção

O ciclo virtuoso do milho, SuperAgro, inovação, prorrogação de dívidas são destaques no Momento Agrícola

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O Momento Agrícola deste sábado (06.04) aborda algumas das notícias mais importantes do Agro dessa semana.

De autoria do produtor rural, agrônomo e consultor Ricardo Arioli, o Momento Agrícola é um programa veiculado aos sábados pela rede de rádios do Agro – entre elas a Enfoque Rádio Web – e repercutido em forma de notícias e com podcast Soundcloud pelo Enfoque Business, também aos finais de semana.

Pautas

O Momento Agrícola discorre sobre a transformação trazida pelas indústrias de etanol de milho e as vantagens dos biocombustíveis.

O cerco aperta para os produtores em relação ao compliance das legislações trabalhistas e ambientais nas propriedades. A falta de um programa próprio deixa os produtores à mercê de exigências de outros elos da cadeia de produção. O Programa Agro Plus, por exemplo, poderia ajudar bastante.

Nas entrevistas, a Feira Parecis Superagro 2024, que vai acontecer na semana que vem, entre os dias 09 e 12 de Abril, em Campo Novo do Parecis, é o assunto do segundo bloco. O presidente do Sindicato Rural do município Celeiro da Produção, Bruno Giacomet, e o palestrante Paulo Ozaki, do AgriHUB, falam da importância do tema “Inovação” para os produtores de Mato Grosso.

Leia mais:  Soja começa a ser plantada em Mato Grosso, mas chuva define ritmo da safra

Lucas do Rio Verde reuniu empresários locais interessados em Inovação, num amplo planejamento de desenvolvimento regional. Marcelo de Azevedo, diretor executivo do Green Hub, fala a respeito.

A CNA publicou uma Nota Técnica a respeito de duas Resoluções do Conselho Monetário Nacional, que permitem a prorrogação de dívidas de investimentos e de Fundos Constitucionais, para produtores atingidos por problemas climáticos. No quarto bloco do programa, o Economista Guilherme Rios, da CNA, explica porque as medidas são insuficientes.

Para ouvir o Momento Agrícola na íntegra, clique no podcast abaixo ou acesse a Enfoque Rádio Web, na parte superior da página deste site. O programa vai ao ar aos sábados, a partir das 07h00, com reprise aos domingos, no mesmo horário.

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Agronegócio & Produção

Soja começa a ser plantada em Mato Grosso, mas chuva define ritmo da safra

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Produtores antecipam o cultivo para abrir espaço ao milho safrinha, enquanto pecuaristas aguardam possível retomada das compras chinesas de carne bovina.

Os primeiros produtores de Mato Grosso começaram a plantar a soja da safra 2026/27 nesta semana, após a autorização oficial para o início dos trabalhos. O movimento ainda é pontual e se concentra principalmente nas regiões de Sorriso, Lucas do Rio Verde e municípios próximos, no médio-norte do Estado.

O assunto é tema da edição desta sexta-feira (11.09) da coluna Circuito Rural, do jornalista Olmir Cividini, de Tangará da Serra.

Cividini destaca que, apesar da abertura do calendário, o ritmo do plantio continua condicionado às condições climáticas. Para garantir a germinação, é necessário que o solo tenha umidade suficiente. A irregularidade das chuvas, associada à influência do fenômeno El Niño, exige atenção redobrada dos agricultores. O plantio fora do momento adequado pode provocar replantio, perda de produtividade e aumento dos custos.

Ainda não há levantamento oficial sobre a área plantada nesta primeira semana. A . A percepção, no entanto, é de que os trabalhos ainda estejam em estágio inicial.

Previsão é de que sejam cultivados cerca de 13 milhões de hectares de soja.

Em algumas áreas do eixo da BR-163, a antecipação do plantio está relacionada não apenas à soja, mas também ao planejamento da segunda safra. Produtores tem escolhido cultivares de ciclo mais curto para antecipar a colheita e ampliar a janela de plantio do milho no próximo ano.

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A estratégia ganhou força com a expansão da indústria de etanol de milho no Estado. De acordo com projeções do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o consumo do cereal pelas usinas deve crescer aproximadamente 16% na safra que começa agora. Com isso, o milho passa a ocupar espaço cada vez mais importante na definição da rentabilidade das propriedades.

Na pecuária, o cenário ainda é de cautela. As exportações de carne bovina de Mato Grosso caíram quase 12% em agosto, influenciadas pelo encerramento da cota de importação da China. No início de setembro, a suspensão dos embarques para a União Europeia acrescentou uma nova preocupação ao setor.

Apesar disso, o mercado futuro do boi gordo reagiu positivamente nesta semana. A alta foi atribuída à expectativa, ainda não confirmada, de que a China possa antecipar a retomada de uma nova cota de importação. Os rumores foram suficientes para melhorar o humor do mercado.

Outro fator considerado favorável é a ausência de sobretaxa adicional dos Estados Unidos sobre a carne bovina brasileira. Assim, entre os desafios impostos pelo clima e as incertezas do comércio internacional, produtores de grãos e pecuaristas encerram a semana com perspectivas moderadamente mais positivas.

Leia mais:  Soja começa a ser plantada em Mato Grosso, mas chuva define ritmo da safra

Ouça o Circuito Rural na íntegra

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