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Nos Emirados, governo e multinacional buscam acordo para comercializar créditos de carbono

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O governo de Mato Grosso a multinacional Vitol abriram conversações para formalizar a comercialização de créditos de carbono no estado. A negociação teve início durante reunião nesta sexta-feira (18) em Dubai, nos Emirados Árabes, entre o governador Mauro Mendes e representantes do Grupo Vitol, uma das líderes mundiais na comercialização de hidrocarbonetos.

Mendes está nos Emirados Árabes desde ontem (quinta, 17) e lidera comitiva do governo de Mato Grosso no país árabe para participar da Expo Dubai. O objetivo é ampliar as relações comerciais de Mato Grosso com a Ásia, e demonstrar as potencialidades aliadas ao uso sustentável dos recursos naturais.

Ficou acordado no encontro que, nos próximos dias, a Vitol irá apresentar um cronograma de trabalho com a definição de cada função e os processos que serão desenvolvidos para que se inicie a comercialização de carbono pelo Estado.

“O objetivo é criar um mercado de carbono dentro de Mato Grosso e o Estado pode liderar esse processo. Vamos definir as responsabilidades de cada um e criar um cronograma para realizar essa comercialização”, destacou o vice-presidente da Vitol, Michael Curran.

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Para o governador Mauro Mendes, o resultado da reunião foi muito positivo para o Estado. “Nos próximos dias vamos receber o cronograma e acertar os próximos passos para aproximar os interesses entre Vitol e o Estado, criando uma agenda de trabalho para fazer a parceria”, disse.

Ainda de acordo com o governador, é necessário sair do campo teórico e partir para a prática. “Precisamos criar algo sólido para ultrapassar os limites e ir para a prática, para que seja possível chegar aonde queremos, que é o desenvolvimento sustentável” ponderou, acrescentando que, agora, a contrapartida está com a Vitol.

“Vamos aprofundar essa parceria e evoluir para que possamos chegar aos resultados. Isso vai nos elevar a um novo patamar no mercado mundial. Vamos contribuir para esse esforço mundial e precisamos ser recompensados, tanto o Estado, como todos aqueles que preservam as suas áreas”, reforçou.

A Vitol é uma multinacional holandesa de energia e petróleo, atuando nos principais mercados globais. Nos últimos anos, a empresa tem investido fortemente em energia sustentável, como eólica, gás natural e solar, além de biocombustíveis e hidrogênio. Somente em projetos de energias renováveis, a Vitol investe 1 bilhão de dólares em todo o mundo.

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Participaram da reunião os secretários Mauro Carvalho (Casa Civil), Cesar Miranda (Desenvolvimento Econômico), Laice Souza (Comunicação) e Wener Santos (MT Par), além de Bruno Andrade (diretor do Imac), Silvio Rangel (vice-presidente da Fiemt/Sindalcool), Gutemberg Silveira (presidente da Aprosmat), Adilson Ruiz (presidente do Instituto Ação Verde), Patrícia D’Oliveira Marques (presidente da Aquamat), Gabriel Ruiz (diretor da Plastibras), a assessora para Assuntos Internacionais de Mato Grosso, Rita Chiletto, e o ajudante de ordens do governador, Ricardo Mendes.

(Redação EB, com Secom-MT)

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Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

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O Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de pessoas até 2025 para atender necessidades projetadas pelas indústrias, de forma a repor inativos, atualizar funcionários ou preencher as novas vagas programadas para o setor. É o que prevê o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, divulgado hoje (16) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Deste total, dois milhões precisarão de qualificação visando formação inicial para a reposição de inativos ou para o preenchimento de novas vagas. Os 7,6 milhões restantes serão via formação continuada para trabalhadores que precisam se atualizar para exercer funções.

Segundo a CNI, “isso significa que 79% da necessidade de formação nos próximos quatro anos serão em aperfeiçoamento”.

Cadeia produtiva

De acordo com a entidade, essas projeções têm por base a necessidade de uso de novas tecnologias e mudanças na cadeia produtiva que tanto influenciam – e transformam – o mercado de trabalho. Assim sendo, acrescenta a CNI, cada vez mais o Brasil precisará investir em aperfeiçoamento e requalificação.

O levantamento hoje divulgado, feito pelo Observatório Nacional da Indústria, tem por finalidade identificar demandas futuras por mão de obra e orientar a formação profissional de base industrial no país.

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As áreas com maior demanda por formação são transversais (que permitem ao profissional atuar em diferentes áreas, como técnico em segurança do trabalho, técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento e profissionais da metrologia, por exemplo), metal mecânica, construção, logística e transporte, e alimentos e bebidas.

(Agência Brasil)

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